segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sem essa presença é muito chato, não é válido, não é peculiar..

Hoje foi meu primeiro dia de trabalho, fiquei meio nervosa no meio do caminho, até acordei uma hora e meia antes da hora, pra não perder nada e chegar cedo, acho que pela primeira vez na minha vida, não senti sono de manhã indo pro centro da cidade, pelo contrário, fiquei relendo os livros que o caco me emprestou, inclusive o dele.
Chegando lá, fui uma das primeiras a chegar, continuei lendo, até que foram me dizer o que eu tinha que fazer, e modéstia parte, eu fiz tudo direitinho, terminei cedo de fazer as coisas, ocorreu tudo tranquilo, lógico que de cinco em cinco minutos, eu olhava pro relógio querendo que o tempo acelerasse, mas ele tava preguiçoso hoje, não me ouviu. Até que enfim deu a hora de eu ir embora, fui almoçar na lari, como sempre é muito bom estar com ela, depois fui embora pra casa, leandro me ligou no meio do caminho, fui conversando com ele com o celular no meio da rua, eu tenho uma sorte fodida, já era pra terem roubado esse celular ha muito tempo, do jeito que eu atendo ele em todos os lugares etc, aí ele teve que desligar, tava no trabalho também. Chegando na parada, fiquei em dúvida se eu comprava um cigarro ou não, já que a minha garganta ta fodida, e eu pretendo "dar um tempo" até ela melhorar, mas acabei comprando, acho que o bombomzeiro até ficou meio puto comigo pela minha indecisão, no final das contas, dei quatro tragos (contados) e o meu ônibus chegou, aí eu como sou judia muquirana do caralho, guardei o resto pra fumar depois.
Vim no ônibus em paz e com um pouco de cólica (graças a d'us), melhor menstruação do que contração sauhsahusahusa, podre, enfim, aí eu peguei um ônibus meio lotadinho, fiquei em pé mais ou menos 65% da viagem, depois sentei e fiquei de boa. Pensei muito em casa, tipo o lar doce lar, com o meu espaço, minhas coisas, minhas manias etc, acho que nesse um ano que eu tô morando longe, nunca quis tanto chegar em casa como eu quis hoje, perdi a minha parada porque o filho da puta do motorista não quis parar, só pra me irritar, aí voltei no sol e menstruada e com cólica, até que ALELÚIA! cheguei em casa, fiquei sentada na rede autistando como sempre, ouvindo música pensando em mil coisas, algumas vezes com o pensamento perdido, mas aí sempre davam um jeito de encontrar ele, mesmo que estivessem há quilômetros e quilômetros de distância, como pode né cara? uma pessoa só, ter tanto poder, deixar tantas marcas, tantas lembranças, tantas saudades, e assim vai. Até que teve uma hora que eu caí da rede, me machuquei toda, mas fingi que nem aconteceu nada, porque a mamãe já tinha me dito que essa rede ia cair um dia, aí como ela começou a me esculhambar enquanto eu tava toda escrota e doída no chão, fingi que nem tava doendo, só pra ela não brigar mais, e ta doendo até agora.
Me senti só, sozinhona, pensei diferente hoje, parece que eu fui mais coerente e realista, isso me deixou com medo, porque eu percebi só hoje, que eu estou crescendo, estou sendo obrigada a crescer, dezessete anos, trabalhando, vivendo problemas não próprios de minha idade, fazendo coisas inapropriádas para a minha idade também, é, sempre fui muito precoce mesmo, mas agora isso ta me apertando, e me encomodando um pouco, parece que o que eu vive nesse um ano em que a minha vida mudou, veio pesar agora, todas as coisas que eu fiz, pessoas que conheci, pessoas que perdi, péssoas que não consegui perder, pessoas que sei lá... enfim, eu tava lendo a introdução de um livro, que me chamou muito a atenção, e faz quase uma semana que eu tenho pensado em algumas palavras.
"Porque a fila sem fim dos demônios descontentes é um livro sobre amores. Sem rimas. Como todo amor devia ser. "morreremos/partiremos/surgiremos/num palco abandonado/para cantar uma música e sair".
Amores que têm na eminência do fim a única razõ de existência: " meus dedos trêmulos/ distraídos no pino da porta do taxi/ de madrugada". Só para então poderem ouvir de novo um clássico barulhinho do cigarro apagado no restinho de café que ficou num copo, como eu ouvi na noite em que fui chutadi na bunda e tentei, descaradamente, atribuir as lágrimas a um bocejo fingido".
Isso realmente me deixou sem palavras e me fez pensar em triplo em tudo o que eu penso sobre essas coisas, me deixou confusa, enfim, eu não deveria me deixar abalar por certas coisas, mas infelizmente eu me abalo, queria saber o porquê de tudo ser pela metade na minha vida, de nada ser preenchido por completo, ou quando eu tenho uma oportunidade, me separarem do que eu realmente quero, quando eu realmente quero, mas enfim, deve ser perda de tempo pensar nisso, mas como metade das coisas que eu penso são meio inúteis mesmo, já não tem tanto problema, entonces... acho que já escrevi demais por hoje, fora que eu fiquei realmente puta quando acabei de abrir a porta do banheiro e uma osga caiu em cima da minha cabeça, sensação podre, enfim, odeio osgas a partir de agora.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Chá da Madrugada

Minha fonte de inspiração
Tomou chá de sumiço
Mas um chá de
b
u
ç
a
a
s
s
u
s
t
a
d
o
r,
permanece quente só no sofá
Fritas e refrigerante espalhados pelo chão
Ninguém se importa, ninguém vê
Ninguém mastiga, ninguém suga

Até que chega o ato final
Três minutos de silêncio
E risadas vindo pela frente da tv
Em direção ao nosso ventre cansado

Minhas pernas trêmulas explicaram
O que palavras pequenas e sujas não souberam dizer
Me faltou ar e um pouco de coragem
Mas um olhar foi o suficiente pra me fazer dormir em paz.

Ross Skywalker

Batam nele com o outro lado da força!!
Cortem ele com um sabre de luz!!!
Pois ele cometeu
uma das maiores atrocidades...
Foi covarde.

Charlie Harper

Penso, logo desisto,
A verdade
Sobre a verdade
Machuca,
Po isso,
Eu minto.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Noventa dias mais, Noventa dias menos.

Queria permanecer, congelem o tempo!
Que os beijos e afagos de novela
Fossem mais que pequenas horas de prazer
Aquele cheiro natural, não só seu é o sufiente
Para quando senti-lo novamente
Bagunçar minha cabeça e fazer entrar em transe
O transe magistral antes do alvorecer.

terça-feira, 15 de julho de 2008

E esse olhar

que me enlouquece,
aquece,
usando,
abusando,
lambendo,
penetrando,
explorando,
tocando,
sugando...
E olhando...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Grande Tom zé

Por que então esta mania danada,
esta preocupação
de falar tão sério,
de parecer tão sério
de ser tão sério
de sorrir tão sério
de chorar tão sério
de brincar tão sério
de amar tão sério?
Ai, meu Deus do céu,
vai ser sério assim no inferno!



Um absurdo de lindo.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Está na hora

Mais que agora
Tem a hora
Ainda agora
Me ignora
Eu vou embora

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A Saudade..

Após, sete dias fora dessa "civilização", cá estou eu de volta, bem comigo mesma, bem, como nunca mais tinha me sentido, claro que mil vezes eu chorei com saudades da minha casa, das minhas coisas etc, quis muito voltar em alguns momentos, mas quando passa, eu vejo que eu sinto falta (como sempre). Hoje, ao contrário desses sete dias, eu vou dormir sozinha, no meu quarto quieto, sem ouvir ronco de ninguém, e sem receber um carinho na cabeça, sem rir de coisas sem graça, sem ficar com fome, sem fugir pra poder fumar um cigarro, sem minhas amigas, que em sete dias, me fizeram muito bem.
O que são sete dias? Sete dias não são nada, sete dias são muito, sete dias mudaram minha cabeça em alguns aspectos, sete dias me fizeram ser uma pessoa melhor por um tempo, sete dias me deixaram com saudades, sete dias me deixaram com respostas... e por aí vai. O que eu precisava mesmo, era de um tempo pra mim, um tempo longe de toda a minha realidade, um tempo em um "mundo paralelo", sempre pensei na hipótese de existir um mundo paralelo, onde uma semana de lá, corresponde a uma hora daqui, e acho que encontrei esse lugar, porque foi a semana mais longa da minha vida, longa e estranha, não precisei ter ninguém, mas quis muito ter alguém... e como.
Mas enfim, só sei que a sensação que eu tenho agora, é de pura paz, nada mais, nada menos que isso, paz comigo mesma, paz com os meus pais, com os meus amigos, talvez eu seja a pessoa mais feliz do mundo, pelo menos por uns 10 minutos, ou um dia, mas eu sou. Cheguei umas 5h da tarde, voltei olhando a chuva e os carros, as pessoas estressadas do trânsito, o taxista falando com um casinho dele no telefone e eu fingindo que não estava entendendo, chegando em casa, mamãe me deu um abraço daqueeeeles de mãe mesmo, que eu nunca mais tinha sentido, tanto pelas minhas malcriações, meu mal humor excessivo, pelas respostas escrotas que eu dou o tempo todo e me arrependo 10 segundos depois, papai me deu um abração, me olhou com uma cara linda, expressão bonita de saudades no rosto deles, coisas que eu nunca mais tinha sentido.
Ainda tem um caralhal de coisas que me encomoda, que não me deixa em paz, coisas internas, coisas emocionais, mas eu me acho mais forte que isso, vou passar por cima dessas coisas, assim como eu passo por cima de tudo pra tentar ficar bem, tirando a saudade escrota, e lembranças bonitas, que não me deixam passar por cima disso, eu vivo disso e vou continuar. Até agora, cheguei cheia de pasta no cabelo e no corpo, porque fizeram o favor de brincar de guerra de pasta de dente dentro do ônibus, eu to toda suja, e sineramente, to totalmente sem saco de tomar banho, não to me importanto com esse cheiro palha, e esse cabelo duro, só quero que a sensação de alívio de paz, não passe daqui ha 10 minutos, como sempre acontece.
Já tô com saudades...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Pensando com Adriana

Tarde da noite, ouvindo minha queridíssima amiga adriana cantando e me quebrando o coração com mais um rasgue as minhas cartas e não me procure mais, assim será melhor, ou a uma hora dessas por onde passará teu pensamento? por dentro da minha saia ou pelo firmamento? pensei, repensei, e pensei de novo, até que um pensamentinho ficou matutando na minha cabeça até doer (estava muito tarde né, enfim)... eu quase tinha esquecido de como é bom transar com quem se gosta, e isso é sério, muuuuito sério, seríssimo na verdade, após a morte, talvez essa seja uma das únicas certezas que eu tenho na vida, ao decorrer de meus 17 anos, espero que daqui ha uns 10 anos, mude alguma coisa, mas como dizem, PAU QUE NASCE TORTO...
Ta, tudo bem, isso foi meio obvio, meio não, completamente, absurdamente obvio, mas enfim, tudo o que nós pensamos, como nós agimos, cada sentimentozinho de nada, é previsível, o diferente não é mais diferente de fato, o especial é diferente, porque é diferente do normal, e o que seria o normal? seria o obvio no caso.... mas se somos todos normais, somos todos obvios, e é obvio que exista um especial dentro desse obvio, porque necessitamos de alguma coisa para se destacar. Mas pensando por outro lado, não é ruim ser obvio, não é ruim ser normal, mas o bom mesmo, é quando tu consegues ser especial, ao menos para alguém reciprocamente, nesse caso, a reciprocidade talvez não seja tão obvia, nem tão normal, seja SÓ ESPECIAL.
Consegui terminar de escrever isso ouvindo Rasgue as minhas cartas e não me procure mais, assim será melhor, meu bem.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Quando eu tinha seis anos

Tinha uma prateleira que rodeava o meu quarto
Cheia de bárbies , ursinhos, etc
não tinha UM lugar vago
Eu fingia que fechava os olhos
e ficava observando todos eles
No escuro, parecia que eles estavam se mexendo
Eu ficava morta de medo e angústia, e rezava uma reza que eu rezo até hoje.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Nós Sempre Caímos


Contanto que você me beije,
não temos palavra,
se você falar, nós caímos.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Qual é o nome disso mesmo?

Eu preferia ter
que te dizer
o quanto eu queria
te ter, e o quanto
eu sabia que ia
querer tanto, e que
não podia ter o que
tanto quis.
Mas como não posso
te dizer, eu escrevo
e deixo parte de ti
guardada dentro daqui.
Dentro de mim..
Dentro de si...
Mas sempre dentro.
Nunca fora.

XII

"O planeta seguinte era habitado por um bêbado.
Esta visita foi muito curta, mas mergulhou o principezinho numa profunda melancolia.
_ Que fazes aí? perguntou o bêbado, silenciosamente instalado diante de uma coleção de garrafas vazias e uma coleção de garrafas cheias.
_ Eu bebo, respondeu o bêbado com ar lúgubre.
_ Por que é que bebes? perguntou-lhe o principezinho.
_ Para esquecer, respondeu o beberrão.
_ Esquecer o quê? indagou o principezinho que já começava a sentir pena.
_ Esquecer que eu tenho vergonha, confessou o bêbado, baixando a cabeça.
_ Vergonha de quê? investigou o principezinho, que desejava socorrê-lo.
_ Vergonha de beber! concluiu o beberrão, encerrando-se definitivamente no seu silêncio.
E o principezinho foi-se embora, perplexo.
As pessoas grandes são decididamente muito bizarras, dizia de si para si, durante a viagem".

sexta-feira, 20 de junho de 2008

só.


Só mentiras doido.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Retrato em branco e preto

Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho
E sei também que ali sozinho
Eu vou ficar tanto pior
O que é que eu posso contra o encanto
Desse amor que eu nego tanto
Evito tantoE que no entanto
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes
Velhos fatos
Que num álbum de retratos
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo
Procurar o desconsolo
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado
E você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração

Bom dia flôr do dia.

Sabe quando da vontade de escrever um "vão se foder todos vocês" beeem grande, andar com uma placa escrita "vão se foder", cada pessoa, cada olhar escroto de gente reprimida, cheia de mazela dentro de si, cheia de mania, que enfiem todas essas manias dentro do cu e ponham uma rolha pra nunca mais sair de dentro e explodirem de tanta merda que as pessoas tem dentro de si. Como se essas palavras idiotas e aparentemente "sem argumento" fossem resolver alguma coisa, não dizendo que eu quero que resolva, só quero que por essa sexta feira, dia 19 de junho de dois mil e oito, as pessoas tomem nos seus respectivos cus, e me deixem ficar com ráiva de tudo em paz.

Por que porquês?

PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?
PORQUE? PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?
PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE? PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUEPORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUEPORQUEPORQUEPORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUEPORQUEPORQUEPORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUEPORQUEPORQUEPORQUEPORQUEPORQUEPORQUEPORQUEPORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUEPORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE?PORQUE? SÉRIO... POR QUE?
por quê eu quero.

Na madrugada...

Quatro pedaços enganam a todos, mas entre quatro paredes só enganam a si mesmos.

domingo, 15 de junho de 2008

Te pensei, tu pensou.

Pra quê olhar, se magoa tanto?
Pra quê fingir que está tudo bem?
Pra quê virar a cara quando se quer olhar fixo?
Pra quê esperar?
Pra quê gritar?
Pra quê chorar?
Pra quê?
Prá?
Quê?
Se soubesse a resposta para toda essas perguntas, certamente não estaria perguntando, e sim ou te esquecendo de vez, ou te amando em paz...

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Sexta-Feira Treze.

Ontem,era pra ser um dia super legal, na verdade foi, mas parece que faltou alguma coisa, não sei se foi dentro de mim, ou de fora, só sei que faltou, foi meio inexplicável, como o que tem acontecido na minha vida de uns tempos para cá. Não sei porquê eu continuo tentando arranjar explicação para sentimentos que não tem, nem querem ter uma explicação, fazia tempo que eu não me sentia tão bem comigo mesma como eu tenho me sentido esses dias.
Como é bom estar em casa...

04:17..........

Barulhos não me encomodam,
Não os escuto mais.
nem os altos barulhos calados de minha mente,
que vinham de trás.
Daqui só ouço um silêncio gritante,
que me rasga, me desfaz.
Isso é falta de sua presença,
que, mesmo nova, não me é demais.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

E assim, Feliz dia dos Namorados.

Ah, fumarás demais, beberás em excesso, aborrecerás todos os amigos com tuas histórias desesperadas, noites e noites a fio permanecerás insone, a fantasia desenfreada e o sexo em brasa, dormirás dias adentro, noites afora, faltarás ao trabalho, escreverás cartas que não serão nunca enviadas, consultarás búzios, números, cartas e astros, pensarás em fugas e suicídios em cada minuto de cada novo dia, chorarás desamparado atravessando madrugadas em tua cama vazia, não consegurás sorrir nem caminhar alheio pelas ruas sem descobrires em algum jeito alheio o jeito exato dele, em algum cheiro estranho o cheiro preciso...
Caio Fernando Abreu.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Revir-a-volta.

Volta de volta
Teu calor de volta
Derrepente a volta
Nos trás de volta.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Vendo tv, pensei...

As vezes, aprendemos com os nossos erros onde sentimos prazer, as vezes, o que não queremos mais é o que precisamos, as vezes, o errado dependendo da situação, pode se tornar o certo, as vezes, que quero saber o porquê de as coisas sempre voltarem á tona, e o porquê disso ainda me atingir, as vezes, eu só sinto a real importância das coisas quando elas passam uns dias, a maioria das vezes, eu fico confusa e me frustro por não conseguir acabar o que começo.
Eu tenho gostado de errar, todos os erros cometidos, foram grandes acertos meus, acertos significantes, acertos que não consigo esquecer, nem quero, mas chegou a hora de acertar o meu erro e........

domingo, 8 de junho de 2008

Sensações estranhas, novas ou não, continuam sendo sensações desnecessárias, completamente evitáveis.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Ah sim... o número.

Quantas pessoas você amaria?
Quantas pessoas você estaria disposto a amar?
Quantas pessoas fazem o grande passado, se tornar um pequeno detalhe?

Hoje vai ser o dia mais triste desse ano...espero

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Definir....


Lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir

pesar pela ausência de alguém que nós é querido(a)

nostalgia

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Sempre, Luiza.

yasmin diz:
AAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
muita luiza (passando desenho pro r) diz:
ehueheuheuehuehuehe
yasmin diz:
E EU AQUIIIIII AAAAAIIII
muita luiza (passando desenho pro r) diz:
eu lid doidoooo
muita luiza (passando desenho pro r) diz:
eu balançando a mão
muita luiza (passando desenho pro r) diz:
aaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
yasmin diz:
UHAHUHUSAUHSAUHSAUHSASAUSAHUSA AAAAAAAAAI SELADOOO
yasmin diz:
AAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIII
muita luiza (passando desenho pro r) diz:
EHUEHUEHUEHEUHEUEHUEHUEHEU
yasmin diz:
sempre essa mesma conversa huauhsahusahu

Jasmim ... ou Yasmin?

Já não te quero,
jasmim dos meus sonhos.
Perdeste o cheiro
e a beleza branca da tua flor.

Outro te colheu o perfume,
minha Yasmin,
e até o branco esmaeceu.

Agora és uma flor vulgar
do meu jardim por plantar.



Eis eu aqui, amanhecendo como de costume, e resolvi digitar no google "yasmin", aí li isso, não tinha autor, não tinha nada, uma simples página seca e feia, escrevendo uma coisa sobre o meu nome, achei bastante amargo e ao mesmo tempo interessante.
Será que uma Jasmin como eu, algum dia florescerá no Jardim de alguém?



quarta-feira, 28 de maio de 2008

Para Machucar Um Grande Amor.

Ícaro, Yasmin e Luiza (ménage à trois)
Eu sempre gostei muito de ferir quem eu amo, mesmo sem querer, em todos os sentidos e em todas as superfícies e camadas de sentimento que eu já me permiti sentir. Sadismo mesmo, sabe?
O meu amor tem uma melodia sádica, quase eclesiástica de se machucar até no beijo mais terno: por isso eu quero te machucar, e quero que você continue sofrendo sempre, e sempre por mim aonde quer que você esteja.




(Ícaro Gaya)
.

Eu choro por um mundo mais sincero. (mentira)

Essa interpretação errada, esses sentimentos reprimidos, essa angústia, esse orgulho, essa falta de comunicação, medo também, tudo isso está me irritando profundamente. Será que um dia, as pessoas vão conseguir transpassar tudo o que querem umas para as outras? mas não estou falando de sentimentos pequenos, estou falando de coisas que nós quase nunca sentimos vontade de falar para alguém, de sentimentos puros, verdadeiros, que cabe a uma pessoa.
Andei pensando, será que existe cada pessoa para cada tipo de sentimento? ou que UMA pessoa só, não poderia ser aquela, portadora de todos os sinceros sentimentos, aquela que se precisa, aquela que entende e não julga, aquela que cujos defeitos são absorvidos pelas qualidades, companheira, amiga, ótima parceira sexual, amante, e que acima de tudo, DE TUDO, tu consigas dizer as coisas sem medo de perder, sem medo de estragar tudo, sem medo de ter medo, ter coragem, e sentir que mesmo depois de tudo, dos sofrimentos, das dores, dos rancores, das mágoas, dos piores sentimentos possíveis com alguém, ainda exista amor, exista paz, e exista acima de tudo A SINCERIDADE! E isso nunca acabe, nunca seja em vão, nunca se transforme, nunca transpasse o que não seja, e se for se transformar, que se transforme para um sentimento lindo, e que carregues contigo esse sentimento, por todas as tuas reencarnações, que esse sentimento, indiretamente modifique a tua alma, porque não tem sentido, sentir tudo isso, e acabar após a morte, vais carregar isso indiretamente por toda a eternidade, que essa seja a tua maldição, Seja a minha também.

À Min.

Meus sentidos estão loucos, lhes faltam sanidade
Enxergo sem ver
Sinto e não toco
Provo seu gosto ausente em mim presente
De onde vem esse cheiro só seu?
Como?
Por que?
Não quero saber
Quero que assim permaneçam
Doidos, inexplicáveis e meus.



segunda-feira, 26 de maio de 2008

Percebi que estou mais intolerante que nunca, percebi também, que nunca precisei ser tolerante com nada, nem vou ser de agora em diante.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

...

Acho que mentira, é o medo mais reprimido que o próprio medo, uma enganação mútua, porque para enganar alguém perfeitamente, tu tens que tens que acreditar na tua própria mentira, para o "trabalho" sair bem feito.
Não sei o que é pior, ser enganada, ou saber que ta sendo enganada, e mesmo assim, continuar a ser enganada. Se as pessoas falassem sem medo, seria muito diferente, mas enfim, quem nunca teve medo, que atire a primeira pedra.

Viva - Tempo

"quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele soprando sulcos na pele soprando sulcos?
o tempo andou riscando meu rosto
com uma navalha fina
sem raiva nem rancor
o tempo riscou meu rosto
com calma
(eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença)
acho que a vida anda passando a mão em mim.
a vida anda passando a mão em mim.
acho que a vida anda passando.
a vida anda passando.
acho que a vida anda.
a vida anda em mim.
acho que há vida em mim.
a vida em mim anda passando.
acho que a vida anda passando a mão em mim
e por falar em sexo quem anda me comendo
é o tempo
na verdade faz tempo mas eu escondia
porque ele me pegava à força e por trás
um dia resolvi encará-lo de frente e di
e: tempo
se você tem que me comer
que seja com o meu consentimento
e me olhando nos olhos
acho que ganhei o tempo
de lá pra cá ele tem sido bom comigo
dizem que ando até remoçando
muitas doenças que as pessoas têm são poemas presos
abscessos tumores nódulos pedras são palavras
calcificadas
poemas sem vazão
mesmo cravos pretos espinhas cabelo encravado
prisão de ventre poderia um dia ter sido poema
pessoas às vezes adoecem de gostar de palavra presa
palavra boa é palavra líquida
escorrendo em estado de lágrima
lágrima é dor derretida
dor endurecida é tumor
lágrima é alegria derretida
alegria endurecida é tumor
lágrima é raiva derretida
raiva endurecida é tumor
lágrima é pessoa derretida
pessoa endurecida é tumor
tempo endurecido é tumor
tempo derretido é poema
palavra suor é melhor do que palavra cravo
que é melhor do que palavra catarro
que é melhor do que palavra bílis
que é melhor do que palavra ferida
que é melhor do que palavra nódulo
que nem chega perto da palavra tumores internos
palavra lágrima é melhor
palavra é melhor
é melhor poema"

(Viviane Mosé.)

Eu começo, Tu terminas.

"Quando eu penso
que eu posso
te perder
me da um aperto
quando lembro
que pode ser
o último momento
que nós dois
nos beijaremos
antes do amanhecer

desejo parar o tempo
mas quando vejo
que nossas vidas
são diferentes
desfaço planos
e penso que talvez
seja melhor
parar antes que
o pior
Estrague o que não tem para ser estragado".

terça-feira, 20 de maio de 2008

As pessoas tem estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas nao passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém...
_ Que queres dizer?
_Quando olhares o céu de noite, porque habitarei uma delas, porque numa delas estarei rindo, então será como se todas as estrelas te rissem! e tu terás estrelas que sabem rir!
_ Ele riu mais uma vez
_ E quando te houveres consolado (a gente sempre te consola), tu te sentirás contente por teres me conhecido. tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E abrirás a janlea a toa por gosto... e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te olhando o céu. Tu explicarás então "sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!" E te julgarão maluco. Será uma peça que te prego
E riu de novo.

Não Podia.

Paz tardia
Mas quem diria
Ser que nem
Aquele dia em
Que sentia
e não podia.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Serto ou Ehado, da no mesmo.

Quem somos nós para decidir, o que é certo e o que é errado, mesmo porque, dentro de uma coisa 100% certa, sempre existe alguém com um certo ponto de vista que faz ela parecer "menos" errada. Acho que as pessoas opinam pela maneira mais prática, por medo de se arriscar e "perder" o que em tanto tempo construiram, mas por outro lado, obvio que é difícil perder alguma coisa, mas as vezes é necessário para termos um certo amadurecimento, uma outra visão, talvez uma compreensão maior.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Oito de Março.

Aperto tua mão e - horas depois - inda sinto na minha o teu cheiro.
Aperto tua mão e - horas depois - o teu cheiro.
Que coisa tátil é essa que me remete e tantos gostos e graças?
Que ritual herege teu tato que traz de volta a viva paixão enterrada?
Aperto tua mão e - horas depois - ainda sinto em vão teu miasma.
Aperto tua mão e - horas depois - teu miasma.
Resta o vago mostro redesperto, resta a transparente medusa de esperas.
Minhas cem mil cabeças expectam por ti,
Meus desejos-hidra crescem de volta dos jazidos pescoços inertes.
Para reterem-te no teu cheiro.
Apertei a tua mão e eras tu, ali. Olorosa oferenda.
Apertei a tua mão e eras tu, ali. Oferenda.
Apertei tua mão e eras de novo olhos e boca e peitos e pernas e sexo.
Dentes e língua.
Tua mais profunda pele.
Apertei a tua mão e, nela, todos os cheiros do desejo estavam.
Apertei a tua mão e, nela, todos os cheiros estavam.
Apertei a tua mão e, de novo, te quis.



(Arthur de faria)

Só para Yasmin



"como todas as noites que te vi
esse 1 mes passou rápido
amanheceu e eu tenho que partir
mas eu vou voltar
espero que voltes"

domingo, 11 de maio de 2008

Eu espero


Que a cada dia desse dia aconteça alguma coisa nova, aconteceu até.

sábado, 10 de maio de 2008

Hoje eu vou dormir de conchinha com a nostalgia.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Lixão.

p-e-r-d-a-d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
e-r-d-a-d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-te-m-p-o-s.
r-d-a-d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
d-a-d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
a-d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
d-e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
e-t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
t-e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
e-m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
m-p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
p-o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
o-e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
e-n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
n-t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
t-r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
r-e-o-s-t-e-m-p-o-s.
e-o-s-t-e-m-p-o-s.
o-s-t-e-m-p-o-s.
s-t-e-m-p-o-s.
t-e-m-p-o-s.
e-m-p-o-s.
m-p-o-s.
p-o-s.
o-s.
s.
Só o tempo.

Meu Abril Sumiu.

Meu abril se foi, meu abril sumiu
E olha que eu nem gostava de abril
E por que tem sempre alguém que muda essa maneira de pensar?
Não poderia ser um acontecimento fútil desses de passar rápido? mas não... tem que ser algo que me deixe uma marca bem grande e profunda, a ponto de me deixar com uma dor na amigdala, bem mais forte (dor é psicológica?).
Mentira, não tem a dor que se cure, quando não se tem mais esperanças de que um dia ela vai passar de vez (psicológica? de novo).
Mas já passou, já sumiu, assim como o meu abril.

segunda-feira, 28 de abril de 2008


Quando eu olho para essa foto, eu penso que eu queria ter tido metade do que eles tiveram, mas aí eu olho pra mim, e para esses vinte anos que se passsaram, e penso, será que isso realmente faz sentido? uma hora simplesmente pára de sentir porque acomoda? Sei não, muito chato para mim, mas vamos ver:
Levar todos os dias, esperando o amanhã, o "amanhã" não existe, o amanhã é hoje, ontem, anteontem, ano passado, isso foi o amanhã, o amanhã são as lembranças os sentimentos, os desejos, os sentidos, eu desejo um amanhã para todo mundo, e eu.... quem vai ser meu amanhã? as vezes eu fico curiosa para saber/ver se o amanhã é o sempre, se o amanhã é o hoje, ou o nunca mais, prefiro pensar que seja o nunca mais, é mais cômodo em quase todos os aspectos.... na verdade, eu estou com sono.
Águas de março se estendem á maio, assim inundando o meu nariz e afogando o meu coração.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

EU

Um "eu" descrente,
é indiferente
finge que mente
tenta esquecer
mas ao ver
que é impossível
nem o possível
se fazer provável
dói dentro quem tenta
esquecer que um dia
já foi "um só" com alguém.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Fim de abril, sumiu.

Eu não gosto de abril, não suporto na verdade, todo abril é triste, é chato, passa rápido junto com a chuva (não tão rápido assim), mas é o tipo de mês que eu não sinto mais nada, é estranho essa coisa que eu tenho com dias, horas, meses, anos, mas são coisas que marcam pra mim, ficam na memória, como uma boa ou má recordação.
Só sei que eu to sentindo falta de ser humana, de me importar, de sentir ciúmes, de querer estar junto, quando parece que é tudo muito gasto e vazio, até daquela burrice momentânea depois de um orgasmo eu sinto falta, do cabelo liso, da pele rosada, boca vermelha, coxas doloridas, corpo mole, arrepio na nuca e tudo mais.
Já to ficando com preguiça de ler (de novo), e vou acabar lendo os livros pela metade (de novo), e passando a maioria do tempo que eu deveria estar 100% estudando, vendo séries (de novo).
To com preguiça, na verdade.

domingo, 13 de abril de 2008

Fatuidade.

O ser humano é tão podre, que tira, arranca, rasga, suga, cospe fora, desentegra, um presente que lhe foi concebido, mudando assim, o sentido de uma vida inteira, para poder beber por mais uns anos.

Náusea

Esse vício de pensar pensar e pensar, um dia ainda vai me levar á loucura, de tanto pensar a cabeça dói, parece que sopraram um dominó infileirado dentro do meu cérebro e nenhuma peça ficou em pé, a mesmisse, desgosto e amargura só me mostram que o destino de pessoas do meu tipo, é ficar só, assim eu não sinto mágoa, ráiva, nem nojo, só solidão.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Tudo muda...



lembrança não muda.

Adoro Quintas-Feiras

Dezcrente entre os tempos novamente.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Por que pedaços de mulher.

" Em busca da verdade aprendi a ouvir e acredito que cada um tem uma grande história pra contar, pois somos artistas criadores de contos, escritores fantásticos dos poemas da vida, em cada dia pintamos quadros expressivos de nosso cotidiano, sem perceber cantamos nem sempre em belos tons, melodias, óperas, cançonetas e romances... e se prestarmos atenção, poderemos extrair ensinamentos valiosos...
Nasci em Alenquer, mas poucas lembranças tenho dessa terra que me serviu de manjedoura. E quando tinha cinco anos, meus pais voltaram á belém.
Tenho vivo nas lembranças as peripécias que vivi na cidade, nesta cidade maravilhosa que meu peito clama com ardor. Este cheiro agre-doce de terra e folha molhada. Da chuva que teima em manter presente o que o progresso afasta a cada dia. Da rotina das tacacazeiras em colocar sua banca na calçada molhada e seu cheiro embriagador de fim de tarde. Das mangueiras embalando seus frutos presenteando os transeuntes, da bola no campinho improvisado, do sol que doura as manhãs enchendo-nos de vida...
Estão latentes em mim, os risos dos meninos correndo atrás de sapos e frangos parar operá-los, das lutas de minha mãe em tentar dazer de mim uma menina normal; da minha rebeldia em não aceitar os vestidos de laços e rendas que me picavam o corpo, do meu padecer nas mãos de minha irmã querendo fazer tranças em meus cabelos que mais parecia vingança das travessuras que fazia com ela.
Engraçado como pequenas coisas ficam grandiosamente incrustadas em nós!
Eu fui uma dessas crianças afortunadas com o que vivi. Com um manancial de experiências! Corria em cima de pontes atrás de "papagáios", jogava "bode"nos fios de luz (energia), sempre acompanhando os meninos que não estranhavam a minha presença, e as tardes quando minha mãe saia, pulava a janela e ia jogar bola com eles, ou melhor, queria jogar, nunca tinha vaga. Mas eu ficava ali do lado do campinho, esperando, esperando e torcendo para alguns dos meninos se machucar, assim eu poderia substitui-lo. Outroas vezes, ia jogar peteca e pião.
Assim eram os meus dias, cheios de aventuras e emoções."


Reneê Alves
.

Esse, é só um pequeno pedaço da introdução do livro, finalmente, depois de uns dez anos, vai conseguir ser lançado, eu tenho orgulho das coisas que ela escreve, um dia quero chegar a ser metade do que ela é, não só como mãe, esposa e amiga, mas como mulher mesmo, obrigada mãe, e obrigada por me deixar participar desse grande feito.

domingo, 6 de abril de 2008

2126290405 não mais.

quem quer dizer o que sente
não sabe o que há de dizer.
fala: parece que mente...
cala: parece esquecer...

(...)

mas quem sente muito, cala;
quem quer dizer quanto sente
fica sem alma nem fala,
fica só, inteiramente.''

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Dia Vinte e Um do Três.

Amanda quer ser amada,
Amanda é amargurada,
Amanda fez o que quis, e foi mal interpretada,
Amanda se entregou, e saiu machucada,
Agora Amanda retorna á sua vida desregrada.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Ter ou não ter namorado, eis a questão

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.

Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.

Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.

Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.

Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.

Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.

Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.

Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.

Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.

Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.



Atribuído a Carlos Drummond de Andrade,
mas é de Artur da Távola

Sem sentir [2]


Sem neuroses, sem psicoses
Sem psicanálise e sem tristeza

Dálhe PJ

Promises, promises
I'm feeling burned
You taught me a lesson
I didn't want to learn
Why did I come here?
Please tell me again
Why did you ask me?
Don't say you forget
I long for, I long for
I long for my home
I long for a land where
No man was ever known
With no neurosis
No psychosis
No psychoanalysis
And no sadness
I'll pick up the pieces
I'll carry on somehow
Tape the broken parts together
And limp this love around
Limp this love around

Sem sentir

O meu subconsciente é onde eu me apoio para ter vontade de continuar a viver, é onde eu mergulho em pensamentos e sempre tenho respostas para as minhas perguntas mais fracas e constragedoras, mas o que me frustra, é quando eu não tenho mas o controlhe de tudo e fico com aquela sensação vaga de "Sérá?". O tempo passa, e a minha opinião prevalece como se tivesse sido decretado, esse vício de pensar que alguns sentimentos são para sempre, e que todo um verdadeiro grande sentimento por alguém é recíproco, vai acabar me deixando mais perdida do que já estou.
Dói sentir, dói ouvir, dói achar, dói querer... mas ter a ilusão de que a vida poderia ser mais fácil e feliz que tudo isso, poderia ser gratificante para quem não a estragou, e nesse caso, um estrago nunca poderá se transformar em um grande feito... ninguém é de escartável.
O mais incrível é o poder que algumas pessoas tem de mostrar os meus medos e defeitos em um segundo, sem ao menos estar a par dos fatos desde o início, é como se me conhecesse de uma maneira que realmente não me conhece, e ao mesmo tempo chega a conhecer mais do que as pessoas que há anos me acompanham e não compreendem o tamanho de tudo isso.

segunda-feira, 31 de março de 2008

O que pode ser pior?

SAUDADEARREPENDIMENTO
SAUDADEARREPENDIMENTO
SAUDADE
ARREPENDIMENTOSAUDADE
ARREPENDIMENTOSAUDADEDETI
ARREPENDIMENTO
DAGENTE
SAUDADEDOCHEIRO
ARREPENDIMENTODO
CHORO
SAUDADEDO
BEIJO
ARREPENDIMENTO
DABRIGA
S
AUDADEDO
NOSSO
ARREPENDIMENTO
DOVOCÊS
SAUDADESDE
MIN
NECESSIDADEDE
TI
tequerer
sempoder
teteréomesm
oquetetersem
tequerere
tetrair
depoischegar
etedarboanoite
NECESSIDADESAUDADE
.

Fim de março de doizmileseteoitodez.

Dezcalça entre os ventos
Dezcrente entre os tempos
Deznecessários adeus
Necessárias desculpas.

domingo, 30 de março de 2008

quinta-feira, 27 de março de 2008

E o tempo? Po tem...o, ê.

Tempo não é intensidade, não é, não vai ser, não adianta, não tenta, apenas bate e fica, outras vezes não volta.

O meu mundo de versos.

Sorrindo, chorando
Gritando, calando
Mas sempre amando.

Sempre cansando.

Eu cansei de procurar pessoas, de dar amor e receber indiferença, de sonhar e acabar afogada em meus sonhos, de querer voar e ter sempre alguém para cancelar o meu voô.
Eu cansei de falar de paz, se tudo nada mais é do que uma simples guerra, onde se luta para viver, sem no entanto sobreviver, onde se fala em amor, sem contudo amar.
Eu cansei, de falar de amor para um mundo em que a inveja domina, e a vontade do mais forte predomina, sem no entanto ser justa, simplesmente cansei.

Dois mil e oito quer...

Ver mais filmes, ler mais livros, estudar mais, ir em mais exposições, merecer mais, andar mais, querer mais, importar mais, ter mais, amar mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e MAIS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS E MENOS, até que um dia não sobre mais nada de mais, nem nada de menos.

terça-feira, 25 de março de 2008

segunda-feira, 24 de março de 2008

É pra ti mesmo.

Essa mulher que se arremessa, fria
E lúbrica aos meus braços, e nos seios
Me arrebata e me beija e balbucia
Versos, votos de amor e nomes feios.

Essa mulher, flor de melancolia
Que se ri dos meus pálidos receios
A única entre todas a quem dei
Os carinhos que a outra daria.

Essa mulher que a cada amor proclama
A miséria e a grandeza de quem ama
E guarda a marca dos meus dentes nela.

Essa mulher é o mundo! - uma cadela talvez
Mas na moldura de uma cama
Nunca mulher nenhuma foi tão bel
a.


(vinicius de moraes)

Menstruação.

Essa espera, angústia, inchaço, ráiva, agonia, seios doloridos, mudança de humor (...) só pra eu acordar e me sentir a mulher mais sortuda do mundo novamente.

domingo, 23 de março de 2008

O que essa mulher tem?

é, deve ser porque ela é igual a mim.

sábado, 22 de março de 2008

14 anos, pêlo velho e adeus canino!


Olha essa carinha de churrix!
(ela não morreu não, ainda tem uns 14 anos pela frente).

Hoje é páscoa?

Eu não tenho interesse em saber quando é ou deixa de ser, mas pensei que era hoje porque, tem uma família de pedreiros trabalhando aqui em casa, construindo uma piscina, na verdade, nao é uma família inteira. Tem o Senhor Pedreiro que é o "pai", o ajudante de pedreiro que é um filho de 12 anos(o que é muito ridículo, mas enfim), e a esposa que cuida dos afazeres domésticos aqui de casa, aí eu tava patetando e quando vi, o ajudante de pedreiro tava todo feliz com um ovo de páscoa na mão, e dentro desse ovo tinha um brinquedinho, aqueles que tem uns pinos e umas argolas pra a gente acertar apertando aquele botão.
E ele tava tão feliz, mas tão feliz, que me bateu uma tristeza de pensar que se fosse eu que tivesse a idade dele e tivesse ganhado um brinquedo assim dentro do meu ovo, eu ia simplesmente deixar em cima da minha pratileira ou então jogar pros meus cachorros brincarem. Mas um brinquedinho que é menor que uma palma de uma mão, fez aquele menino ficar super feliz naquele momento, aí eu fiquei brincando com ele um tempão, até que chegou uma hora que eu não queria mais brincar porque eu tô cansada hoje (não dormi ontem), mas aquilo realmente me emocionou na hora.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Eu não entendo essa mania das pessoas de quererem se auto-afirmar o tempo inteiro, com tudo, música, roupa, amigos, namorado, faculdade, cigarro, bebida, drogas, tudo, um saco.

Nem eu entendo o que eu escrevo.

A maioria do tempo eu fico confusa com tudo, eu nunca consigo me expressar como eu gostaria, e eu mudo de opnião sobre a maioria dos assuntos em um minuto, e o pior é que eu me sinto super certa disso na hora, mas aí depois eu penso "égua, não é bem assim", eu sou cheia de coisas dentro de mim que eu não consigo por pra fora, nem sei como chegar e falar isso pra alguém, porque eu acho que ninguém vai entender, ou vai querer perder o seu tempo com as minhas frustrações, a única coisa que eu me importo mesmo, é com a minha família (apesar de não parecer) e com os meus amigos, aqueles amigos que eu posso contar no dedo, que me ajudam a maioria das vezes mais que a família.
Eu sou cheia de planos e sonhos, que eu não consigo ir e concretizar, acho que porque eu sempre tive tudo o que eu quis na vida, aí eu só consigo dar valor MESMO quando eu perco, sempre foi assim, eu nunca consegui perder de vez uma coisa muito valiosa, essa coisa sempre voltava atrás, sempre eu "dava um jeito" de ter de novo, mas agora, parece que eu tenho que acordar pro mundo e ver que todas as coisas, ou a maioria delas, são conquistadas com persistência, esforço, ou sei lá o que, coisa que eu não faço com absolutamente nada, eu vou deixando levar, e quando eu vejo eu já perdi de vez.
Eu prometi pra mim mesma, que esse ano ia ser diferente, que eu ia deixar as coisas do passado pra trás e recomeçar a minha vida, e até agora eu não fiz nada pra melhorar, nada mesmo, ou se fiz alguma coisa, foi o mínimo do mínimo que eu poderia ter feito, nao sei se eu preciso de ajuda, ou se só eu posso me ajudar mesmo, ta na hora de parar de se apoiar nos outros e viver a minha própria vida, concretizar os meus pseudos feitos.
Acho que nesses meses eu aprendi muitas coisas com os meus amigos e família, acho que eu amadureci, e me tornei uma pessoa melhor, eles são a base de tudo na minha vida, e não é só na hora de beber, ficar porre, dançar ou coisa do tipo, parece que agora só os amigos de verdade restaram, e os que nao eram, foram embora... menos um, o que eu quero resgatar, e acho que eu não vou conseguir.
Enfim, ontem mesmo eu tinha mudado de opnião quanto a um assunto, e hoje eu vi a falta que me faz, principalmente quando eu to sozinha, ou quando eu ouço uma música bonita, vejo uma cena legal em um filme, eu sinto muito a falta, mas a vida mudou um pouco, o que eu vou fazer?

19/03/07

Ontem foi um dia muito legal mas a mamãe por pouco quase estraga ele, eu queria sair logo com o ícaro, íamos na uepa, aí eu fui pedir pra ela pra eu sair aí ela disse "pede pro teu pai quando ele acordar", sabe, eu não sei porque ela faz isso, se ela sabe que quando eu quero uma coisa eu faço, e ela sabia muuuito bem que eu não ia esperar a hora que o papai bem entendesse de acordar, aí eu peguei dinheiro, deixei um bilhete e fui.
Chegando lá na uepa com o ícaro foi legal, o pessoal de lá é legal, e ainda vendemos uns 8 sanduishes do ícaro, fora que me deu muita vontade de estudar lá, aí o ícaro tava fazendo uma prova sobre "o que é filosofia" num texto lá do chicovski asuhauhs uma coisa assim, pensando nisso, parece que é uma coisa fácil e obvia, mas chegando lá, eu não tive noção do que tava falando, se eu fosse o ícaro, não saberia nem por onde começar, e eu achei muito bom o que ele escreveu, É ISSO AÍ ICAROW! ê, mentira.
Saindo de lá, fomos na unama pegar a luiza que tava toda sozinha esperando a gente, muito engraçado, de lá, fomos andando pro prédio do lucas, onde tava tendo uma SUPER PARTY pra rebs, ê mentira, eram só os amigos mais íntimos, nem todos os que estavam eram íntimos, mas fazer o que, e foi uma noite super agradável, conversamos, bebemos, e como sempre eu vou e bebo, fico porre, e se não fosse pelo ícaro, eu nem sei como eu ia voltar pra casa, égua ele cuidou muito de mim, tirou o cabelo da cara e tudo, achei muito lindo isso, aí eu desci do ônibus, vim pra casa, papai que atendeu a porta, nisso eu toda molhada com uma cara podre, conserteza ele percebeu que eu estava meio "alterada" mas preferiu não dizer nada.
Aí hoje eu acordei toda podre, com enjoo, vomitei que só no banheiro, silenciosamente pra mamae não perceber, e ela não percebeu, como sempre, aí eu tomei um plasil, bendito plasil! e dormi a tarde toda que nem um bebê, tô meio sem pic pra sair á noite, mas acho que vou acabar saindo, mentira não vou não.
Frase do dia: a vodka entra e a verdade sai.
um saco.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Eu não gosto de ser sugada.

Não vou escrever um texto gigannte sobre isso, porque eu acho que não adianta.

terça-feira, 11 de março de 2008

Prometeu.

Sim... ouço a voz da infeliz a quem persegue a inseto cruel: é a filha de ínaco, por quem júpiter está apaixonado, a quem juno, ciumenta, obriga a fugir, sem repouso, numa corrida louca, por êste mundo a fora.

Bruno.

Após conhecer Bruno, fiquei noiva com apenas 2 meses de namoro, ele me convidou para conhecer seus pais que moravam em São paulo e com essa possibilidade de ir a São paulo eio a idéia de rever gustavo, sei que pode parecer leviandade, mas foi o que me ocorreu na época.
Fui a são paulo e uns dois meses depois, terminei o noivado e fui rever gustavo, foi lindo! foi o momento que esperei quase um ano após o nosso ultimo encontro.
Ele se mostrou mais maleável, mais amoroso, revivemos nossos momentos e passamos a tarde ouvindo "fim de tarde" e lembrando de belém.
Foi a primeira vez que ouvi falar que gostava de mim e que sentia a minha falta, voltei a belém feliz, e amargurada por não ter o amor que sempre procurei.
Sou uma pessoa sensível, magoada e chocada com todos os meus relacionamentos. Não sei se sou a culpada, mas as pessoas que amo e que sempre quiz, nunca as tive como gostaria de ter, e as vezes me deixa complexada e me tornei uma pessoa INSEGURA.

Gustavo.

É um homem como muitos, acreditam no amor, mas não chegaram a conhece-lo, ou melhor, se decepcionou com alguns relacionamentos e ficam confusos...
O
amor pare ele, é algo forte, poderoso, um sentimento supremo a tudo, um querer o tempo todo, uma ânsia e saudade eterna. Nunca cansar de estar ao lado, nunca saciar o desejo, enfim, uma sede que não há água que supere;
Eu acho incrível como a cabeça de pessoas que tem alguma ligação forte se igualam.
Eu sempre quis estudar sociologia, vem ele e me fala que o que ele mais gostaria de ter feito era sociologia e não direito. Alguns gostos dele, como local (bar), música, tipo de vida, tudo se confunde,
temos muitas coisas em comum. E isso torna a me deixar confusa.
Hoje ele telefonou, não pude falar muito, pois estava no horário da aula. Mas falamos um pouco sobre nós, como imaginei, ele estava mais distante, não senti em sua voz aquela ãnsia de me ter novamente, é algo que se tiver que acontecer, tudo bem se não... paciência.
Ao falar com ele, perguntei várias vezes o que ele havia sentido naquele dia, ele me falou que não sentiu falta, uma vontade de estar sempre junto (quer dizer, NÃO É AMOR) mas apenas um dia o pensamento ficou ligado em mim...

Sonho Lúcido

Não me deixo amedrontar, não me deixo transparecer, quero a paz de um momento lucido-sonho, quero o sonho-lúcido que não me deixa morrer.
Se me tivesse deixado mais solta do que sou, se me envolvendo com todo esse teu amor levasse a vida, te esperando, os dias passados, outros a um futuro-presente.
Encontrasse, em teus olhos o que quizera-conter, se em ti deitasse, o corpo doente, essa febre...
E pelo menos em teus olhos, sentisse algo de vida e esperança,
a mim, só a mim, a vida retornaria.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Mês das sensações.

É o mês das sensações, o mês em que eu consegui sentir todas as sensações importantes da minha vida. Eu gosto de março, gosto de músicas sobre março, frases, citações, eu tenho uma manina se sempre relacionar qualquer frase besta com a minha vida, chega a ser instantâneo, eu vejo uma frase, um número, uma música, e eu relaciono, acho que é normal isso.
Hoje eu não to nem boa, nem ruim, eu to apenas recordando das coisas sem rancor, sem mágoa, sem malícia, e etc...
Eu to morrendo de sono, acho que to com tessol, tersol, sei lá como escreve....
Sentir é importante, é necessário pra tudo...
Todo mundo tem que sentir o que eu senti em março.
she's the one for me
she's all i really need
she's the one for me
she's my one and only

sexta-feira, 7 de março de 2008

10101010101010101010101010101010100010101010010

Égua do dia ruim, ainda bem que dez é meu número da sorte.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Você sabe que eu não sou boa.

Te encontrei lá embaixo no bar e ouvi
Suas mangas arregaçadas e sua camiseta de caveira
Você diz "Por que você transou com ele hoje?"
E me cheira como se eu fosse Tanqueray*
Porque você é meu amigo, meu cara
Entregue-me sua Stella* e voe
Quando saio pela porta
Você está atrás de 10 homens como Roger Moore
Eu me enganei
Como eu sabia que enganaria
Eu te disse que eu era problema
Você sabe que eu não sou boa
Lá em cima na cama com meu ex-namorado
Ele está no lugar, mas não consigo sentir prazer
Pensando em você nos espasmos finais,
É quando meu alarme desperta
Corro pra te encontrar, batatinhas e cerveja
Você diz que nós iremos nos casar, porque você não é
amarga
Não haverá mais nada dele
Eu chorei por você no chão da cozinha
Doce união, Jamaica e Espanha
Estamos agora como estivemos antes
Eu na banheira e você na cadeira
Lamba seus lábios enquanto eu molho meus pés
Então você nota uma pequena mancha no carpete
Sinto um frio no estômago
Você não dá a mínima e isso é o pior
Você realmente enfiou a faca primeiro
Eu me enganei
Como eu sabia que enganaria
Eu te disse que eu era problema
Você sabe que eu não sou boa


isso mesmo, eu te disse.
Esse blog é de auto-ajuda, só pode hahahaahahhaha

Ninguém é obrigado a fazer nada.

Acho que grande parte dos problemas das pessoas está em aceitação, em querer agradar o outro e acabar aceitando certas coisas, depois de um tempo, tu começas a ver tudo de outro modo, e o que parecia ser ladaínha dos nossos pais, começa a fazer um puta sentido.
Não tem erro, as pessoas mudam, crescem, e amadurecem, não necessariamente crescer pra amadurecer, porque eu acho que idade não importa tanto, nem as experiências, o que importa é o aprenzidado que tiveste de cada experiência, por exemplo, uma pessoa pode ter tido a mesma experiência que eu em alguma coisa, e pode não ter tirado nada daí, e já eu, posso ter tirado muita coisa, acho que vai de cada um.... e conforme as experiências vão acontecendo, nós vamos criando certa maturidade.
Chega uma certa hora, que a nós pensamos "por que essas pessoas tão fazendo isso? a troco de que?" a troco de nada, por empolgação, pra se integrar no grupo, ou até mesmo pra fazer uma capa de quem quer que seja pra fazer uma imagem na sociedade, o que a maioria das pessoas faz. Eu não entendo como as coisas podem mudar tanto em tão pouco tempo, nós vivemos em função de construir tudo, batalhamos, passamos por cima de tantas e tantas, e essas coisas, podem ser tiradas de nós em um dia, uma conversa, um deslize, as únicas coisas que tem prazo são os eletrodomésticos etc, mas pessoas... assim como podes ganhar uma coisa, podes perder, e quando perde, dificilmente recupera.
Eu não entendo o sentido de tudo isso, e ainda bato a minha cabeça pensando em mil coisas, o bom é que agora eu já consigo dormir, primeiro passo pela frente. Algumas pessoas tem que entender, que ninguém é obrigado a aceitar nada, a fazer nada, que nós temos o livre-arbítrio, temos escolhas, e vai de ti escolher alguma coisa, independente de ser certo e errado, esse negócio de certo ou errado é relativo, nem tudo é 100% correto.
Pelo menos, eu durmo de cabeça tranquila sabendo que eu sou eu mesma, e que eu escolhi meus caminhos sozinha, e sabe-se lá se foi bom ou ruim, mas acho que por tudo o que eu passei, essa foi a melhor escolha que eu tomei, as vezes eu me arrependo de coisas que eu fiz, quem não se arrepende?, mas acho que tudo o que veio, por fim, veio pro bem, pois aprendi muitas coisas, vivi coisas maravilhosas, e ainda tenho muuuuito o que viver, eu devo ter amadurecido um pouco.
Eu não sou obrigada a ser sociável, nem a agradar quem precisa, nem a falar com alguém, nem me drogar, nem transar, ou fazer qualquer coisa, tudo depende de mim e do meu estado de espírito, acho que já ta na hora de parar de se importar tanto com as pessoas, depois de um tempo nós vemos, que pouquíííísimas valhem a pena, espero estar escolhendo certo.
Não teve muito sentido nisso que eu escrevi, é que eu nunca consigo me expressar como eu quero, concerteza tem vírgulas e pontos errados, mas quase ninguém lê mesmo, passar bem, alguém.


A decadência da decepção...
Não a culpo, ela avisou que era problema.
Eu queria escrever mais, masssssss... fica pra próxima.

terça-feira, 4 de março de 2008

Defina...

Agonia.
Desespero.
Angústia.
Náusea.
Decadência.
Amargura.
Suportar.
Tolerar..... etc etc etc

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Insônia.

03:28, o tempo passa e o fumo do cigarro que escapa por entre os meus lábios faz companhia à solidão de estar à espera, á espera de que? Passou despercebida e volta a inexplicavel ansiedade de estar à espera(de novo). Pensei de eu para min - pára de pensar!!!
Olhei pro lado e vi meu caderno do ano retrasado, abri e vi um papel branco com umas letras, dizia assim: Ninguém precisa se importar o tempo todo, ninguém precisa sempre ter um bom motivo para fazer as coisas, ninguém precisa agradar ou manter uma imagem, mas infelizmente a gente se importa (...). Assim dizia o pequeno papel amassado e meio rasgado, que tinha na mão, mas eu fiquei com preguiça de escrever e de ler essas coisas que eu escrevo, fiquei sem ânimo, e pensando de novo, apenas me vinham memórias saudosas da espera.
Me deitei na rede e fiquei embalando durante horas, que vi que eu tava sozinha, bem pelo menos podia ser pior né, pensando, pensando, pensando, quando eu vi eram 10 da manhã... e eu não consegui parar de pensar, fui ver tv, tomei um banho, agora eu vou sair, sem sono.

A ilha de Ar

Habito na morada do castigo
madura como a areia ou o verão no mar
Eu caminhei nos passos solitários
o sol neste lugar é uma ofensa
Nós nunca cultivámos a amizade
num mar mesmo maléfico e maravilhoso no
triunfo da verdura como um grito nas
vozes às vezes tristes alegres às vezes
meu destino de morte e esquecimento eterno
Essas flores ardentes do verão
ocultas ou nas gretas ou esconderijos
palavras inventadas e selvagens para mim
irmão não só do sol como da lua
são para mim já hoje um ser de lenda
ó minha mãe fantástica pessoa
A casa sempre o viajante há-de voltar muito apesar da
proibição eterna dos amigos da
laranjeira plantada pela lua
olhar límpido aceso da alegria
colar solar que cerca a minha aldeia
pois os mortos não têm já família
Fantásticas crianças estivais
eu salvaguardo a solidão do nome
o sacrifício perversão humana
o coração cristão da crua idade a
respiração loquaz dos vegetais
o vento do outono sobre o mar
o severo momento do crepúsculo
poder inacessível a palavras
ao dia pleno a perfeição da vida
esse reduto último do mar
Os juízos da morte são inexoráveis
nos começos da alta primavera
com a flecha dos dias desferida
e a impunidade ausente a lua
Fantásticos silêncios de verão
grande estuário para um rio em calma
aves marinhas longe em seu descanso
rosa que imita a primitiva rosa
ou pérola que segue a primitiva pérola
a excessiva operação do verão
tudo é demasiado para mim
Frescura das manhãs junto dos cais
ó simples criaturas migratórias
ó pequenas estrelas de Dezembro
Silêncio tudo e todos fala-se de mim

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Nenhum sentimento dura mais de uma semana, eu que devo ser a complicada da história. Não precisa fazer sentido mesmo.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Afrodite!

Ando Afrodite
estou poderosa
com poder rosa
poder das rosas
poder das flores
e dos odores
poder das fadas
e das safadas
um poder que afaga
e irradia...
Poder de ser
eu inteira
mulher, prazer, amante, fruto, feiticeira, magia
poder do amor
que a flor disse...
Poder de Afrodite

Para matar um grande amor.

Muito se louvou a arte do encontro, mas poucos louvaram a arte do adeus. No entanto, não há gesto tão profundamente humano quanto uma despedida. É aquele momento em que renunciamos não apenas à pessoa amada, mas a nós mesmos, ao mundo, ao universo inteiro. O amor relativiza; a renúncia absolutiza. E não há sentimento mais absoluto do que a solidão em que somos lançados após o derradeiro abraço, o último e desesperado entrelaçar de mãos.
Arrisco mesmo a dizer: só os amores verdadeiros se acabam. Os que sobrevivem, incrustados no hábito de se amar, podem durar uma vida inteira e podem até ser chamados de amor mas nunca foram ou serão um amor verdadeiro. Falta-lhes exatamente o Dom da finitude, abrupta e intempestiva. Qualidade só encontrável nos amores que infundem medo e temor de destruição. Não se vive o amor; sofre-se o amor. Sofre-se a ansiedade de não poder retê-lo, porque nossas cordas afetivas são muito frágeis para mantê-lo retido e domesticado como um animal de estimação. Ele é xucro e bravio e nos despedaça a cada embate e por fim se extingue e nos extingue com ele. Aponta numa única direção: o rompimento. Pois só conseguiremos suportá-lo se ocultarmos de nossos sentidos o objeto dessa desvairada paixão.
Mas não se pense que esse é um gesto de covardia. O grande amor exige isso. O rompimento é sua parte complementar. Uma maneira astuciosa de suspender a tragédia, ditada pelo instinto de sobrevivência de cada um dos amantes. Morrer um pouco para se continuar vivendo. E poder usufruir daquele momento mágico, embebido de ternura, em que a voz falseia, as mãos se abandonam e cada qual vê o outro se afastar como se através de uma cortina líquida ou de um vitral embaçado.
Há todo um imaginário sobre os adeuses e as separações, construído pela literatura e pelo cinema. O cenário pode ser uma estação de trem, um aeroporto (remember Casablanca), um entroncamento rodoviário. Pode ser uma praça ou uma praia deserta. Falésias ou ruínas de uma cidade perdida. Pode estar garoando ou nevando, mas vento é imprescindível. As nuvens devem revolutear no horizonte, como a sugerir a volubilidade do destino. Os cabelos da amada, longos e escuros, fustigam de leve seus lábios entreabertos. Há sutis crispações, um discreto arfar de seios. E os olhos, ah!, os olhos... A visão é o último e o mais frágil dos sentidos que ainda nos une ao que acabamos de perder.
Uma grande dor, uma solidão cósmica, um imenso sentimento de desterro. Que se curam algum tempo depois com um amor vulgar, desses feitos para durar uma vida inteira...

As noites parecem bem diferentes hoje.

Para ligar as 7:03 e na sua secretária eletronica, suplicar para você voltar para casa, mas eu sei que é tarde demais, eu deveria ter te dado uma razão para ficar.
Você passa por um café que você sabe muito bem o nome, entra e faz um pedido só para poder levar os copos para fora, não deixe a luz do sol arruinar sua sombra, apenas apói-se em mim e você não esta sozinha, apenas me dê sua mão porque você é maravilhosa.
Leva muito tempo só para entender tudo isso, para mim, este é meu tempo livre, pois os amigos não desperdiçam vinho, quando há palavras a serem vendidas. Tome meu amor em doses bem pequenas. Nós podemos tampar os velhos tempos fingindo um jogo lógico e prejudicial, nós podemos tampar as linhas velhas, fingindo que nada mais mudará, mas ela pode ler, ela pode ler,
ela pode ler, ela pode ler, ela é má, ela põe pesos em meu pequeno coração.
Eu era seu namorado quando nós tinhamos 15 anos,
foi a época que eu mais fui feliz.
Mesmo que nós não entendessemos como fazer muito mais que apenas darmos as mãos.
Existem tantas coisas em você que eu sinto falta, o jeito desajeitado que nós costumávamos nos beijar.
Eu queria te convencer que você cometeu um erro, se a memória servisse, nós ainda estariamos dando um tempo.
Outras garotas foram, e outras garotas vieram. Eu não posso apagar aquela velha chama.
Toda garota que eu vi desde lá me parece você quando eu dou um olhadela.
Eu sei que você disse que seria melhor, eu continuo sem entender por que você se foi.
Todos meus amigos me acham louco, eu continuo amando, ou não.
Você pode se esquecer de nossos futuros planos, ajuste o navegador de onde nós começamos uma vez, enquanto nós esperamos, enquanto nós esperamos e estou flutuando no jeito mais peculiar...
e as estrelas parecem bem diferentes hoje! diga-me que não estou sonhando, mas nós estamos fora de hora? Du's sabe que nunca sairemos das nuvens, estou esperando por este sentimento,
pois sempre e sempre é sempre para você, sua confiança a coisa mais magníficamente estúpida que eu já cortei no mundo, para sempre e sempre é sempre para você, eu quero que seja perfeito como antes, eu quero mudar tudo, diga adeus a uma noite como essa.
Amores do passado, do presente, repetem velhos temas tão banais, ressentimentos passam como o vento, não te desejo mais, amigos simplesmente, e nada mais... Se você ainda me quer, por favor, me perdoe, a coroa do amor caiu de minha cabeça, se você ainda me quer, por favor, me perdoe, porque a faísca não está mais comigo, eu apaguei-na antes de minha mãe entrar no meu quarto, a única coisa que você fica trocando é o seu nome, meu amor segue crescendo, ainda o mesmo, como um câncer, e você não quer me dar uma resposta direta! as dores do amor, e elas continuam crescendo no meu coração, há flores crescendo sobre a cova de nosso velho amor, desde que você me deu uma resposta direta......
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Viver é um absurdo!

Um absurdo mesmo, somos praticamente obrigados a viver em um mundo totalmente doido e sem sentido, que as pessoas criaram tudo, crenças, regras, modo de vida, e até um deus, aí alguns vão e criam uma coisa que fica marcada na história, e essa coisa vai se passando de geração em geração, sem realmente entender o motivo disso, só porque todo mundo tem medo de alguma coisa, aí ficam criando coisas e mais coisas, por saberem que estamos vivendo inutilmente e sem sentido, porque se acaba, não tem o mínimo sentido mesmo. E esse mundo ta cheio de gente doida, hipócrita, mal caráter, trambiqueira, burra, invejosa, psicopata, dentre millllll coisas, e infelizmente
temos que conviver com essa merda, passando por mil tráumas, de todas as formas, alguns mais graves, outros menos graves, que no final, todo mundo fica cheio de medo, e vamos nos tratar com gente mais cheia de medo do que nós, alguns conseguem, outros não, eu realmente quero ser psicóloga, porque eu quero me sentir útil em pelo menos alguma coisa, e é o que eu gosto de fazer, e eu tenho coinciência que eu não vou conseguir ajudar todo mundo, eu não sou deus, e isso vai me frustrar cada vez mais, é só dor e sofrimento 70% do tempo.... viver é MESMO um absurdo.
Na verdade, eu quero que tudo isso se foda mesmo.

Brindando a morte e fazendo amor...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

tudo é dor, tudo vai se dor, tudo é dor, tudo, tudo tudo é dor, tudo se torna dor, tudo tende á dor, tudo gira em torno da dor, e eu não quero mais sentir dor.
Comentendo os mesmos erros novamente.
Há coisas do passado, que nunca são esquecidas, que sempre voltam á tona, que sempre nos trazem lembranças boas, e ao mesmo tempo ruins, por não poder termos de volta, eu nao queria que as coisas acabassem, se fossem realmente acabar, que acabassem com as lembranças também, por que com essas lembranças, nós criamos um mundo fantasiado, cheio de dor e sofrimento, algumas horas boas, claro, mas é quase 100% de dor, tudo é dor, tudo é mágoa, tudo é ódio, tudo é sofrimento, tudo é lamúria, tudo é tristesa, incerteza, imprecisão, e as coisas boas ficando para trás, sendo apagadas pelo ódio, e pelo sentimento de vingança, até só um dos dois, realmente lembrar das coisas como eram, dos momentos bonitos, das juras, das coisas que no fundo, a gente sabe que só foi nosso, e mesmo que o tempo apague, não será mais de ninguém. Mas a mente perturbada das pessoas, faz do que era lindo, se tornar amargo e podre, e as histórias mal resolvidas, nunca serão resolvidas, por que isso é vida real, não é um filme, nem uma novela, nem uma peça de teatro, é realidade, e as coisas por aqui, são realmente diferentes e tristes, porque tudo tem fim, não importa o tempo, não importa a intensidade, tudo acaba, e tudo acaba com a gente, até que nós (alguns) envelhecem e as pessoas que amamos, vão morrendo, e pra onde foi-se todo o sentimento, se a pessoa morreu, e sabe-se lá o que acontece depois disso, é mais sofrimento, até que chega a hora que tu morres... e qual o sentido da vida?
dói, ta doendo, dói muito... e vai doer até que chegue a minha hora, ficou vazio derrepente.

Bons Leitores