Eu nunca queria ter que voltar pra casa, a volta é sempre triste e eu sempre me sinto muito só, fora que os fins de semana sempre vem deixando os seus acontecimentos ou brincando com a minha cara, ou fazendo eu me sentir culpada por alguma coisa que nem é a minha culpa literalmente, mas enfim, acho que todos esses sentimentos esquisitos que eu já senti antes, são devido a essa tpm otária que sempre me deixa assim.
O dia ta frio e triste, como a maioria dos domingos (tirando a parte do frio), frio por fora e por dentro de mim.
nem queria escrever nada hoje
domingo, 5 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
A mulher e o Lobo

Ela caminha nos desertos, cidades, florestas, oceanos, e na montanha da solidão. Ela mora nas mulheres em todos os lugares: em castelos com rainhas, nos escritórios e nos ônibus noturnos para os subúrbios.Ela mora em um local distante que abre caminho através de nosso mundo. Ela mora no passado e é convocada por nós. Ela está no presente. Ela está no futuro e caminha de volta no tempo para nos encontrar agora.
Mulher selvagem sussurra as palavras e os caminhos para nós, e nós a seguimos. Ela corre à nossa frente, mas para e espera para ver se nós a estamos alcançando. Ela tem muitas coisas para nos mostrar.
Sem nós, a mulher selvagem morre. Sem a mulher selvagem, nós morremos. Para a verdadeira vida, ambos devemos viver.
O lobo solitário, arrogante, egoísta, e o mais perdedor ao mesmo tempo, do jeito que eu gosto.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Eu parei no tempo ou ele que anda correndo de mim?
Lembro que antes, bem antes, quando eu era menor, eu sentia o tempo passar muito devagar, até me incomodava um pouco porque eu queria crescer logo, viver logo experiências e ter lembranças legais, mas de um certo tempo pra cá, o tempo anda voando como o vento, deixando os cheiros das épocas e dos sentimentos que já se passaram e conseguem ser revividos inexplicavelmente com as lembranças materias que tanto atrasam as nossas vidas.
Ontem mesmo era o começo do ano, eu estava cheia de planos, planos que metade não foram cumpridos pela minha preguiça e acomodação, o que me assusta é deixar um dia passar, e quando abre os olhos, já se passou novenda, cento e vinte, duzentos dias e o cheiro do começo do ano, não é mais o mesmo, já foi embora com o vento, mas o meu cheiro nunca muda, ele permanece o mesmo de sempre, mesmo que eu mude o meu perfume, meu shampoo... a vida passa, a vida corre, a vida segue e seria bom acompanhar tudo isso. Já está no final do ano, outubro... só falta dois meses pro ano acabar, um mês e meio pra eu fazer meus dezoito e virar gente perante a sociedade, tem o vestibular também, e eu deveria ser mais preocupada com essas coisas.
Ontem mesmo era o começo do ano, eu estava cheia de planos, planos que metade não foram cumpridos pela minha preguiça e acomodação, o que me assusta é deixar um dia passar, e quando abre os olhos, já se passou novenda, cento e vinte, duzentos dias e o cheiro do começo do ano, não é mais o mesmo, já foi embora com o vento, mas o meu cheiro nunca muda, ele permanece o mesmo de sempre, mesmo que eu mude o meu perfume, meu shampoo... a vida passa, a vida corre, a vida segue e seria bom acompanhar tudo isso. Já está no final do ano, outubro... só falta dois meses pro ano acabar, um mês e meio pra eu fazer meus dezoito e virar gente perante a sociedade, tem o vestibular também, e eu deveria ser mais preocupada com essas coisas.
Não, você não sabe, você não sabe como tentei me interessar pelo desinteressantíssimo
Fico tão cansada às vezes, e digo pra mim mesma que está errado, que não é assim, que não é este o tempo, que não é este o lugar, que não é esta a vida. E fumo, e fico horas sem pensar absolutamente nada: (...)
Caio Fernando Abreu, me da um beijo?
terça-feira, 30 de setembro de 2008
VENETA
Como num conto de fada
Ou como alguém rolando a escada
Vou pra civilização
Cabeleira incendiada
No barranco, na boléia
Uma candeia em cada mão
Eu quero um amor de primavera
Procuro letreiro de néon
Pretendo zoar a noite inteira
Preciso encontrar um homem bom
Que me deixe louca a chorar pitangas no breu
Que me beije a boca na laje do arranha-céu
E se a vida tomar jeito
Vou andar no parapeito
Com vestido de lamê
Ou sentar na esquina da fome
Da guimba, do desdém
Da gangue da Praça da Sé
Eu quero um amor de primavera
Procuro letreiro de néon
Pretendo zoar a noite inteira
Preciso encontrar um homem bom
Que estenda um tapete vermelho e me beije a mão
Que me arranque a roupa no meio da multidão
Ou como alguém rolando a escada
Vou pra civilização
Cabeleira incendiada
No barranco, na boléia
Uma candeia em cada mão
Eu quero um amor de primavera
Procuro letreiro de néon
Pretendo zoar a noite inteira
Preciso encontrar um homem bom
Que me deixe louca a chorar pitangas no breu
Que me beije a boca na laje do arranha-céu
E se a vida tomar jeito
Vou andar no parapeito
Com vestido de lamê
Ou sentar na esquina da fome
Da guimba, do desdém
Da gangue da Praça da Sé
Eu quero um amor de primavera
Procuro letreiro de néon
Pretendo zoar a noite inteira
Preciso encontrar um homem bom
Que estenda um tapete vermelho e me beije a mão
Que me arranque a roupa no meio da multidão
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
O Mergulho
Quando mergulhei em abril e fui bem lá no fundo para ver os corais de mais perto, estava tão ansiosa por sentir todos eles e tocá-los que acabei estourando os meus tímpanos com toda aquela pressão e quanto mais chegava perto do que eu queria, mais doía, e foi assim que eu perdi a minha audição, por míseros lindos e inesquecíveis corais.
domingo, 28 de setembro de 2008
Reflexão de Domingo [5]
Como de costume, chego em casa e começo a me sentir só, quando vejo, me pego pensando em assuntos que não tem mais nada a ver com o hoje nem com o ontem, são assuntos de mil anos atrás, coisas mal resolvidas ou sem explicação, falta de comunicação e de palavras verdadeiras sem aquele medo de ser punido por falar tudo de mais verdadeiro que se sentiu ou ainda sente, acho que o nome disso é apreensão, medo de sí próprio, das coisas que pode ser capaz de fazer por se deixar levar por sentimentos momentâneos ou sentimentos fortes que a gente tanto se controla para não sentir, porque pode ser errado, pode ser o caminho mais difícil e nem todo mundo gosta de dificuldade como eu.
Eu não queria parar pra pensar nas coisas, queria o tempo todo ocupar a minha mente, mas não da, vai ter uma hora que tu vais por a cabeça no travesseiro e vais pensar, vais sentir falta, vais te fazer perguntas, vais ter respostas, eu ando confusa, as coisas não são como eu pensei que iam ser... acho que eu não sei mais ter alguém.
Eu não queria parar pra pensar nas coisas, queria o tempo todo ocupar a minha mente, mas não da, vai ter uma hora que tu vais por a cabeça no travesseiro e vais pensar, vais sentir falta, vais te fazer perguntas, vais ter respostas, eu ando confusa, as coisas não são como eu pensei que iam ser... acho que eu não sei mais ter alguém.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Odeio música Sertaneja
http://www.nortefest.com.br/videos/victor_leo.jpg
Odeio, e odeio mesmo, sinceramente, eu não entendo as pessoas, tamanha sexta-feira á noite, eu querendo ir pra minha casa dormir porque acordei cedaço, peguei o remédio da mamãe, fui no shopping, fiz compras, voltei pra casa, depois sái de novo, fiquei um tempo na rua e voltei DE NOVO pra casa num ônibus lotado, tamanha 21:40 da noite, onde as pessoas deveriam sossegar a perseguida e o seu perú, comer uma batata frita, ou um churras, ver a favorita e ir dormir, como bons trabalhadores, pessoas cansadas e estressadas que moram no fim do mundo, assim como eu.
Mas nãããããão o que metade dessas pessoas estava fazendo? indo ver uma merda de show de victor e léo, QUE MERDA DE VICTOR E LÉO DOIDO, VÃO PRA CASA BATER UMA PUNHETA E DORMIR, AO INVÉS DE FICAREM FAZENDO UM ENGARRAFAMENTO DE DUAS HORAS E MEIA PRA CONSEGUIR PASSAR DA FRENTE DAQUELA PORRA MAL PROJETADA DE CIDADE FOLIA, cidade folia é meu cu doido, como asssssim, fiquei em pé naquele ônibus POR DUAS HORAS CONTADAS!!!! sozinha, acho que não vi tanta gente assim nem na época do círio, e égua, o impressionante era a galera lá na casa do caralho, descendo do ônibus lá perto do bosque pra ir pro cidade folia Á PÉ, égua da pernada cara, uma pernada até pra quem ta de bicicleta, poisé, e com o calor dessa cidade e as pessoas mal humoradas e fedorentas, foi realmente foda, mas o que me deixou meio alegre, é que fiz amizade com duas mulheres que moram aqui no meu conjunto, aí eu não me estressei tannnto assim... e eu vi umas coisas engraçadas, tipo: tinha um cara lá no meio da cagada e o carro dele deu prego no meio do engarrafamento, começaram a xingar o coitado e ele ficou todo errado, até que chamou uns caras pra empurrar o carro, eu vi umas pessoas que estudaram comigo na 5º série e que eu ia pra 15zola, com um salto gigantesco todas empinadinhas de cabelo alisado, VÃO COCOTAR NO MIRAGE CARALHO E DEIXEM EU IR PRA MINHA CASA!
Mas continuando, só sei que demorou muuuuito, e quando eu passei na frente do cidade folia, MEIA NOITE, eles nem tinham começado a tocar, fora que umas doidas tavam fofocando que o show ia ter no máximo duas horas, o que se torna mais revoltante porque porra, teve gente que foi andando da casa do caralho, gente pindurada no ônibus com ódio pra ter duas horas de show e ainda chegar atrasado as vezes, fora que égua 40 pau é muita grana pra dar assim cara, mas gosto é gosto né, não posso mudar a cabeça das pessoas nem a ignorância das pessoas, e eu não me importo se eu sou preconceituosa em relação a isso mesmo e foda-se. Ainda deve estar rolando, a galera deve estar pirando, se beijando, se pedindo em namoro, em casamento, ou brigando, jogando cerveja na galera, transando e amando não conseguir se mexer naquele lugar, porque sério, eu pensei que conhecia o inferno quando andava em ônibus lotado, mas caralho, aquilo era pior do que qualquer lugar cheio que eu já estive, e nesse caso o ônibus que foi meu salvador, PELA PRIMEIRA VEZ EM UM ANO E POUCO, que lindo!!! sério, eu não to conseguindo expressar a minha indignação, mas a partir de hoje, juro que tenho repulsa peso á música serataneja, juro também que um dia vou jogar um ovo podre na cara do victor e léo (como se fosse a mesma pessoa né, mas foda-se sertanejo é tudo igual) MENTIRA, QUE EU GOSTO DO SÉRGIO REIS!!! GOSTO MESMO, SÓ VIA PANTANAL POR CAUSA DELE, beijo serjinho!!!! ê, podre.. enfim, posso ser presa, mas vou feliz em cana (ê, a exagerada).
E como homenagem, vou até por uma música desses caras MUITO CRIATIVOS!!!
Em plenitude infinda
Foi a primeira vez que a vi
( primeiro que esses caras só querem saber de rimar, e nem se ligam em concordar uma frase ou deixar a frase menos clichê e legal, fora que sempre rola um "plenitude", se foder...)
Era madrugada
Era quase manhã raiada
E eu ainda estava ali
(E AÍ SE TU ESTAVAS ALÍ??? ELA NÃO QUER VOCÊS DOIDO!!! que manhã raiada, FALA QUE NEM MACHO CARALHO!)
Se fosse pra te deixar, te deixaria dentro de mim
Se fosse pra te esquecer, te esqueceria
Só pra lembrar outra vez e ficar, assim como se nada fosse ruim
Tudo é tão bom entre você e eu
(deixaria o que dentro de ti doido? se tu não queres esquecer, então continua sofrendo, MAS DEIXA EU IR EM PAZ PRA A MINHA CASA! ta ta ta continua relembrando, aproveita e toma veneno 'tudo é tão bom entre eu e você' só se contradiz doido, acaba de dizer que 'como se nada fosse ruim'
No jogo da vida
O que acontece gira em torno dos pontos que você me deu
("jogo da vida" nem é um jogo doido, só fala merda, e se a tua vida gira em torno dos pontos que alguém te deu, é porque ta foda pra ti doido, ta submisso, te enterra SEU OTÁRIO, DOIS OTÁRIOS ENRIQUECENDO, depois dessa eu vou dormir).
Espero que ninguém me processe depois disso, mas porra doido, até eu faço música melhor...
Odeio, e odeio mesmo, sinceramente, eu não entendo as pessoas, tamanha sexta-feira á noite, eu querendo ir pra minha casa dormir porque acordei cedaço, peguei o remédio da mamãe, fui no shopping, fiz compras, voltei pra casa, depois sái de novo, fiquei um tempo na rua e voltei DE NOVO pra casa num ônibus lotado, tamanha 21:40 da noite, onde as pessoas deveriam sossegar a perseguida e o seu perú, comer uma batata frita, ou um churras, ver a favorita e ir dormir, como bons trabalhadores, pessoas cansadas e estressadas que moram no fim do mundo, assim como eu.
Mas nãããããão o que metade dessas pessoas estava fazendo? indo ver uma merda de show de victor e léo, QUE MERDA DE VICTOR E LÉO DOIDO, VÃO PRA CASA BATER UMA PUNHETA E DORMIR, AO INVÉS DE FICAREM FAZENDO UM ENGARRAFAMENTO DE DUAS HORAS E MEIA PRA CONSEGUIR PASSAR DA FRENTE DAQUELA PORRA MAL PROJETADA DE CIDADE FOLIA, cidade folia é meu cu doido, como asssssim, fiquei em pé naquele ônibus POR DUAS HORAS CONTADAS!!!! sozinha, acho que não vi tanta gente assim nem na época do círio, e égua, o impressionante era a galera lá na casa do caralho, descendo do ônibus lá perto do bosque pra ir pro cidade folia Á PÉ, égua da pernada cara, uma pernada até pra quem ta de bicicleta, poisé, e com o calor dessa cidade e as pessoas mal humoradas e fedorentas, foi realmente foda, mas o que me deixou meio alegre, é que fiz amizade com duas mulheres que moram aqui no meu conjunto, aí eu não me estressei tannnto assim... e eu vi umas coisas engraçadas, tipo: tinha um cara lá no meio da cagada e o carro dele deu prego no meio do engarrafamento, começaram a xingar o coitado e ele ficou todo errado, até que chamou uns caras pra empurrar o carro, eu vi umas pessoas que estudaram comigo na 5º série e que eu ia pra 15zola, com um salto gigantesco todas empinadinhas de cabelo alisado, VÃO COCOTAR NO MIRAGE CARALHO E DEIXEM EU IR PRA MINHA CASA!
Mas continuando, só sei que demorou muuuuito, e quando eu passei na frente do cidade folia, MEIA NOITE, eles nem tinham começado a tocar, fora que umas doidas tavam fofocando que o show ia ter no máximo duas horas, o que se torna mais revoltante porque porra, teve gente que foi andando da casa do caralho, gente pindurada no ônibus com ódio pra ter duas horas de show e ainda chegar atrasado as vezes, fora que égua 40 pau é muita grana pra dar assim cara, mas gosto é gosto né, não posso mudar a cabeça das pessoas nem a ignorância das pessoas, e eu não me importo se eu sou preconceituosa em relação a isso mesmo e foda-se. Ainda deve estar rolando, a galera deve estar pirando, se beijando, se pedindo em namoro, em casamento, ou brigando, jogando cerveja na galera, transando e amando não conseguir se mexer naquele lugar, porque sério, eu pensei que conhecia o inferno quando andava em ônibus lotado, mas caralho, aquilo era pior do que qualquer lugar cheio que eu já estive, e nesse caso o ônibus que foi meu salvador, PELA PRIMEIRA VEZ EM UM ANO E POUCO, que lindo!!! sério, eu não to conseguindo expressar a minha indignação, mas a partir de hoje, juro que tenho repulsa peso á música serataneja, juro também que um dia vou jogar um ovo podre na cara do victor e léo (como se fosse a mesma pessoa né, mas foda-se sertanejo é tudo igual) MENTIRA, QUE EU GOSTO DO SÉRGIO REIS!!! GOSTO MESMO, SÓ VIA PANTANAL POR CAUSA DELE, beijo serjinho!!!! ê, podre.. enfim, posso ser presa, mas vou feliz em cana (ê, a exagerada).
E como homenagem, vou até por uma música desses caras MUITO CRIATIVOS!!!
Jogo Da Vida
Victor e Leo
Em plenitude infinda
Foi a primeira vez que a vi
( primeiro que esses caras só querem saber de rimar, e nem se ligam em concordar uma frase ou deixar a frase menos clichê e legal, fora que sempre rola um "plenitude", se foder...)
Era madrugada
Era quase manhã raiada
E eu ainda estava ali
(E AÍ SE TU ESTAVAS ALÍ??? ELA NÃO QUER VOCÊS DOIDO!!! que manhã raiada, FALA QUE NEM MACHO CARALHO!)
Se fosse pra te deixar, te deixaria dentro de mim
Se fosse pra te esquecer, te esqueceria
Só pra lembrar outra vez e ficar, assim como se nada fosse ruim
Tudo é tão bom entre você e eu
(deixaria o que dentro de ti doido? se tu não queres esquecer, então continua sofrendo, MAS DEIXA EU IR EM PAZ PRA A MINHA CASA! ta ta ta continua relembrando, aproveita e toma veneno 'tudo é tão bom entre eu e você' só se contradiz doido, acaba de dizer que 'como se nada fosse ruim'
No jogo da vida
O que acontece gira em torno dos pontos que você me deu
("jogo da vida" nem é um jogo doido, só fala merda, e se a tua vida gira em torno dos pontos que alguém te deu, é porque ta foda pra ti doido, ta submisso, te enterra SEU OTÁRIO, DOIS OTÁRIOS ENRIQUECENDO, depois dessa eu vou dormir).
Espero que ninguém me processe depois disso, mas porra doido, até eu faço música melhor...
Tempos
E quem diria que o tempo fosse passar dessa maneira, assim derrubando tudo e não voltando atrás nem um segundinho só, mudando toda uma vida e um jeito de agir e pensar, tempo e números não são nada, datas são apagadas com o tempo, onde nada mais fará sentido.
O tempo passa, poucas coisas ficam, o tempo muda, o tempo cura, o tempo fere, o tempo ajuda, o tempo é necessário e ao mesmo tempo cruel, o tempo esquece, e o pior! nunca para... nunca, apesar de que tem gente que para no tempo, esses sim ficam pra trás, assim como eu fiquei um certo tempo.
As pessoas fazem o que lhe é cabível, nem um pouco racional, totalment eilusório, totalmente doido, maluco ou qualquer palavra que se encaixar bem, mas fazem isso por ser exatamente o que lhes falta no momento, o tempo todo tentando suprir coisas, suprindo com as coisas mais idiotas e sem sentimento aparente, confundindo tudo por um certo período, até cair em sí e ver que ta fazendo uma grande merda e parar com tudo isso e suprir fazendo uma merda menor, mas sempre cagando tudo porque enfim, caga uma vez, caga duas... e assim vai, até nunca conseguir atingir a "perfeição" e parar de fazer merda, mas parece que tem gente que parece que nasceu pra se foder.
O tempo passa, poucas coisas ficam, o tempo muda, o tempo cura, o tempo fere, o tempo ajuda, o tempo é necessário e ao mesmo tempo cruel, o tempo esquece, e o pior! nunca para... nunca, apesar de que tem gente que para no tempo, esses sim ficam pra trás, assim como eu fiquei um certo tempo.
As pessoas fazem o que lhe é cabível, nem um pouco racional, totalment eilusório, totalmente doido, maluco ou qualquer palavra que se encaixar bem, mas fazem isso por ser exatamente o que lhes falta no momento, o tempo todo tentando suprir coisas, suprindo com as coisas mais idiotas e sem sentimento aparente, confundindo tudo por um certo período, até cair em sí e ver que ta fazendo uma grande merda e parar com tudo isso e suprir fazendo uma merda menor, mas sempre cagando tudo porque enfim, caga uma vez, caga duas... e assim vai, até nunca conseguir atingir a "perfeição" e parar de fazer merda, mas parece que tem gente que parece que nasceu pra se foder.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Arcipreste Manoel Teodoro Nº359

Foi nessa rua estreita, meio mal feita, meio macabra, meio deserta... nessa rua linda onde me faz ter uma overdose de nostalgia e o saudosismo cria outro sentido pra tanto sentimento acumulado que em um só lugar consigo sentir coisa por coisa ao passar por esse pedaço de mim.
Essa rua sou eu, essa rua foi minha, essa rua é tua, essa rua foi nossa.
Essa rua é meu sexo, essa rua é meu desejo, essa rua é minha infância, essa rua foi meu primeiro beijo, essa rua é cada pedaço que dentro de mim anda despedaçado, essa rua é onde eu depositei todos os meus sentimentos...
Nunca fui boa em mudanças, nunca... não sei mudar, não sei deixar, não sei me desapegar e esquecer, nem quero esquecer da minha rua a rua em que em 1920 nem existia, não passava de um simples lamaçal, quem diria que 90 anos depois fosse dar tanta felicidade e aprendizado pra alguém tão confuso como as imperfeições e pedras quebradas que já tanto me fizeram tropeçar ou bater o mindinho ao ponto chorar de raiva por se sentir uma idiota por não prestar a atenção por onde ando.
Faz um ano e alguns meses que fui obrigada a deixar essa rua, muita coisa mudou, minha nova rua era completamente imperfeita, não podia chover que aquela areia/barro sei lá o que fazia eu me sujar toda e chegar deixando marcas de sapato sujo no chão, ao decorrer do tempo, essa rua foi se melhorando, foi asfaltada, limpa, as pessoas pintaram suas casas e meu pé não fica mais sujo quando chove, fora que é uma das ruas mais bonitas com uma árvore linda perto da minha casa, é uma rua nova, uma rua que conseguiu melhorar, a mudança que ela passou foi necessária para a sua melhora... não é cheia de imperfeições como a antiga, e eu não tropeço mais nas pedras do caminho, mas enfim, eu era mais feliz tropeçando...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Barata
No banheiro da minha casa, habita uma criação de baratas, sempre que eu vou no banheiro de madrugada eu encontro uma ou duas baratas fugindo de mim enquanto eu vou fazer xixi, mas já que faz mais de um ano que eu convivo com elas, nem me incomodo mais , sempre elas morrem quando a minha mãe põe baygon no banheiro ou quando manda a empregada jogar água quente no ralo, mas sempre morrem, nunca sobrevive uma pra contar a história, o que eu acho curioso é não entender o objetivo delas, já que as vezes a barata fica "criança" e eu acompanho o crescimento dela ao decorrer dos meus xixi's de madrugada, vou vendo a barata crescer até ela se tornar uma baratona asquerosa que me da nojo só de ver ela em pregada na porta, mas enfim, pra quê não deixar a bichinha viver e conseguir o seu "objetivo" seja lá ele qual for.
Hoje eu fui fazer xixi como de costume, e eu vi uma baratona na porta, não fiz nada (como de costume), fiz meu xixi, lavei a mão e fui fechar a porta, quando balancei a porta pra fechar, a barata se assustou e correu pra dobradiça, mas eu não tinha visto, aí quando fechei a porta, ouvi um "crec", é, eu esmaguei a barata, coitadinha, nem foi a minha intenção, ia deixar ela viver mais um tempo porque sei lá, ela nem me fez nada, diferente de algumas baratas que já passaram por aqui por casa e ficaram aterrorizando as minhas noites de internet, voando por cima de mim, ou pela tela do computador, essas sim da uma vontade absurda de matar e estraçalhar todinhas, mas a que eu matei sem querer nem tinha feito nada, me senti até um pouco mal... aí eu me pergunto, por que eu fico mal por ter matado uma barata podre, nojenta, etc?
Conclusão: acho que ando sensível demais esses tempos pra me sentir mal por ter esmagado uma barata nojenta que só faz me deixar agoniada quando vou fazer xixi e ela está pelo chão, só não queria ter matado, mesmo que fosse sem querer. Ainda agora fui no banheiro pra ver se eu encontrava ela esmagada pela dobradiça, mas quando cheguei, as formigas já tinham limpado quase tudo, só sobrou algumas perninhas mesmo, as formigas devem ter feito uma festa, pelo menos já tem comida até semana que vem, ai credo. Enfim... Lição da noite: O azar de um é felicidade de outros, ê, que merda de post, isso é saudade eu acho.
Hoje eu fui fazer xixi como de costume, e eu vi uma baratona na porta, não fiz nada (como de costume), fiz meu xixi, lavei a mão e fui fechar a porta, quando balancei a porta pra fechar, a barata se assustou e correu pra dobradiça, mas eu não tinha visto, aí quando fechei a porta, ouvi um "crec", é, eu esmaguei a barata, coitadinha, nem foi a minha intenção, ia deixar ela viver mais um tempo porque sei lá, ela nem me fez nada, diferente de algumas baratas que já passaram por aqui por casa e ficaram aterrorizando as minhas noites de internet, voando por cima de mim, ou pela tela do computador, essas sim da uma vontade absurda de matar e estraçalhar todinhas, mas a que eu matei sem querer nem tinha feito nada, me senti até um pouco mal... aí eu me pergunto, por que eu fico mal por ter matado uma barata podre, nojenta, etc?
Conclusão: acho que ando sensível demais esses tempos pra me sentir mal por ter esmagado uma barata nojenta que só faz me deixar agoniada quando vou fazer xixi e ela está pelo chão, só não queria ter matado, mesmo que fosse sem querer. Ainda agora fui no banheiro pra ver se eu encontrava ela esmagada pela dobradiça, mas quando cheguei, as formigas já tinham limpado quase tudo, só sobrou algumas perninhas mesmo, as formigas devem ter feito uma festa, pelo menos já tem comida até semana que vem, ai credo. Enfim... Lição da noite: O azar de um é felicidade de outros, ê, que merda de post, isso é saudade eu acho.
domingo, 21 de setembro de 2008
Reflexão de Domingo [4]
É, mais um fim de domingo estranho, na minha casa fria e "vazia", pensamentos soltos, sobre esse fim de semana que foi meio surpreendente, fazia tempo que eu não me sentia assim, não é "bem" a palavra certa, mas está tudo absolutamente normal, nenhum sentimento ruim, nenhuma escolha ou merda feita, isso sim é estranho... mas enfim, espero que continue assim.
Adrift again 2000 man
you lost your maps,
you lost the plans
did you hear them yell,
"land damn it land"?
you say you can't
well I hope you can
I hope you can
How's it goin 2000 man
welcome back to
solid ground my friend
I heard all your controls
were jammed
well it's just nice
to have you back again
But I guess they still
dont understand
and they can never understand
and they said go find 2000 man
and they said tell him
we've got new plans
but instead I'm here
to tell you, friend
I believe they want you to give in
Are you giving in 2000 man?
(did you love this world and did this world not love you?)
Are you giving in 2000 man?
dont give in 2000 man.
you lost your maps,
you lost the plans
did you hear them yell,
"land damn it land"?
you say you can't
well I hope you can
I hope you can
How's it goin 2000 man
welcome back to
solid ground my friend
I heard all your controls
were jammed
well it's just nice
to have you back again
But I guess they still
dont understand
and they can never understand
and they said go find 2000 man
and they said tell him
we've got new plans
but instead I'm here
to tell you, friend
I believe they want you to give in
Are you giving in 2000 man?
(did you love this world and did this world not love you?)
Are you giving in 2000 man?
dont give in 2000 man.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
De repente a gente rasga a roupa e uma febre muito louca
Faz o corpo arrepiar...
Depois do terceiro ou quarto copo tudo o que vier eu topo
Tudo o que vier vem bem
Quando bebo perco o juízo
Não me responsabilizo nem por mim nem por ninguém
Não quero ficar na sua vida como uma paixão mal resolvida
Dessas que a gente tem ciúme e se encharca de perfume
Faz que tenta se matar
Vou ficar até o fim do dia decorando tua geografia
E essa aventura em carne e osso deixa marcas no pescoço
Faz a gente levitar
Tens um não sei que de paraíso e o corpo mais preciso
Que o mais lindo dos mortais
Tens uma beleza infinita e a boca mais bonita
Que a minha já tocou
Faz o corpo arrepiar...
Depois do terceiro ou quarto copo tudo o que vier eu topo
Tudo o que vier vem bem
Quando bebo perco o juízo
Não me responsabilizo nem por mim nem por ninguém
Não quero ficar na sua vida como uma paixão mal resolvida
Dessas que a gente tem ciúme e se encharca de perfume
Faz que tenta se matar
Vou ficar até o fim do dia decorando tua geografia
E essa aventura em carne e osso deixa marcas no pescoço
Faz a gente levitar
Tens um não sei que de paraíso e o corpo mais preciso
Que o mais lindo dos mortais
Tens uma beleza infinita e a boca mais bonita
Que a minha já tocou
O nome disso é PORRE! (Dulcinéia)
Dulcinéia desligada, não corria atrás de nada, desiludida com a vida e com sua separação, sem rumo e sem perdão, mêses e mêses mergulhando a cabeça na sarjeta e no alcool, no dia que acabava duas garrafas de vinho com um amigo não sabia o que lhe esperava.
Dulcinéia pegou carona para ir dormir na casa de sua amiga, piscou os olhos e se deparou deitada no chão de um prédio olhando para as estrelas, tentando ver as constelações que nunca estudou, ou ver uma estrela cadente só para o momento se tornar bonito, falava falava e falava, mas não sabia do que falava e com quem falava, até olhar em volta e ver que não estava sozinha, que sensação agoniante de frio na barriga misturado com ansiedade e vontade de ir no lugar mais longe e mais alto que poderia ir para cair de braços abertos de uma altura onde não fosse morrer em cima de uns lençóis quadriculados enórmes, com o vento pelo corpo sendo embrulhada para poder dormir, mas isso infelizmente não era o que poderia acontecer na hora, Dulcinéia olhou para o lado e percebeu que toda a sua agonia tinha um nome, e o nome era Dante.
Dante olhava para Dulcinéia como se já a conhecesse de algum lugar, ria das coisas mais estranhas que Dulcinéia falava, e observada as estrelas junto a ela fazendo comentários e comentários, Dulcinéia nunca tinha visto um sorriso tão bonito como o de Dante... logo logo, as estrelhas se recolheram, e só restaram nuvens, a lua bem desfarçada, e o sol começou a nascer, logo perceberam que já tinham conversado fazia mais de três horas e tinha passado num piscar de olhos, tinham que ir embora, essa se tornou a regra dos dois, só quando amanhecia os dois tinham que se separar e voltar com as suas vidas sem graça e sem emoção, mas eles já tinham estragado tudo, já tinham criado um vínculo, antes mesmo do seu primeiro beijo, o vínculo se criou a partir do momento que se olharam no mesmo momento enquanto estavam olhando as estrelas, e nem o beijo, ou o melhor sexo do mundo, conseguiria passar por cima disso.
Chegou a despedida, Dante foi andando devagar, Dulcinéia também, devagar e mais devagar porquê sabiam que iam se separar, Dulcinéia por sua vez não esperava nada, já estava tão desacreditava, que nem acreditava no sorriso daquele rapaz, por sua vez, Dante de uma maneira meio afobada e desajeitada, beijou Dulcinéia com a intensidade que o momento os proporcionava, Dulcinéia não acreditava, parece que era um peixe que tinha entrado em seu aquário após cinco minutos fora dágua...
Os dois estragaram tudo, sabiam que era errado e não exitaram, sabiam que não ia dar em nada, mas não se controlaram, pois Dante já o tinha o seu "Dom Quixote" e Dulcinéia sabia disso, mas mesmo assim...
(continua.. tô odiando essa história)
Dulcinéia pegou carona para ir dormir na casa de sua amiga, piscou os olhos e se deparou deitada no chão de um prédio olhando para as estrelas, tentando ver as constelações que nunca estudou, ou ver uma estrela cadente só para o momento se tornar bonito, falava falava e falava, mas não sabia do que falava e com quem falava, até olhar em volta e ver que não estava sozinha, que sensação agoniante de frio na barriga misturado com ansiedade e vontade de ir no lugar mais longe e mais alto que poderia ir para cair de braços abertos de uma altura onde não fosse morrer em cima de uns lençóis quadriculados enórmes, com o vento pelo corpo sendo embrulhada para poder dormir, mas isso infelizmente não era o que poderia acontecer na hora, Dulcinéia olhou para o lado e percebeu que toda a sua agonia tinha um nome, e o nome era Dante.
Dante olhava para Dulcinéia como se já a conhecesse de algum lugar, ria das coisas mais estranhas que Dulcinéia falava, e observada as estrelas junto a ela fazendo comentários e comentários, Dulcinéia nunca tinha visto um sorriso tão bonito como o de Dante... logo logo, as estrelhas se recolheram, e só restaram nuvens, a lua bem desfarçada, e o sol começou a nascer, logo perceberam que já tinham conversado fazia mais de três horas e tinha passado num piscar de olhos, tinham que ir embora, essa se tornou a regra dos dois, só quando amanhecia os dois tinham que se separar e voltar com as suas vidas sem graça e sem emoção, mas eles já tinham estragado tudo, já tinham criado um vínculo, antes mesmo do seu primeiro beijo, o vínculo se criou a partir do momento que se olharam no mesmo momento enquanto estavam olhando as estrelas, e nem o beijo, ou o melhor sexo do mundo, conseguiria passar por cima disso.
Chegou a despedida, Dante foi andando devagar, Dulcinéia também, devagar e mais devagar porquê sabiam que iam se separar, Dulcinéia por sua vez não esperava nada, já estava tão desacreditava, que nem acreditava no sorriso daquele rapaz, por sua vez, Dante de uma maneira meio afobada e desajeitada, beijou Dulcinéia com a intensidade que o momento os proporcionava, Dulcinéia não acreditava, parece que era um peixe que tinha entrado em seu aquário após cinco minutos fora dágua...
Os dois estragaram tudo, sabiam que era errado e não exitaram, sabiam que não ia dar em nada, mas não se controlaram, pois Dante já o tinha o seu "Dom Quixote" e Dulcinéia sabia disso, mas mesmo assim...
(continua.. tô odiando essa história)
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Um pouco de Dulcinéia
Dulcinéia era cheia de vida, mas ao mesmo tempo tinha preguiça de quase tudo, não fazia nada além de namorar, e nunca tinha tempo para a suas obrigações, vivia em um mundo de aparências, cheio de intensidade e diversão, amava a sua vida e o seu namorado era a coisa mais importante do mundo.
Dulcinéia gargalhava da desgraça alheia, junto com os seus amigos que por mais que não tivessem um grão de ervilha na cabeça, eram muito unidos e se respeitavam bastante. Dulcinéia era apenas uma adolescente que estava descobrindo o sabor do sexo e das drogas (tudo o que a tinham dito que era errado em todo o seu crescimento), por ser a única mulher da família por parte de mãe, ter um pai machista e dois irmãos homens, cresceu junto com o machismo acumulado daquelas cabeças podres sem coerência alguma, sempre pensou muitas coisas á respeito do que eles diziam, e sempre achou muito errado a imagem da mulher perante a essa sociedade e perante a eles próprios.
Dulcinéia nunca foi de respeitar regras, mesmo pequena quando ia para festas familiares, sempre fazia alguma coisa de errado e dava um jeito de fazer nunca suspeitarem que aquela menina "meiga e doce"fosse capaz de fazer alguma coisa, mas Dulcinéia sempre foi mais esperta que as crianças de seu meio, sempre pensou além do que se era permitido para a sua idade.
Dulcinéia cresceu um pouco, se tornou uma pré-adolescente aprendiz do que tinha sido quando criança, Dulcinéia até seus 12 anos de idade, era uma menina inocente, acreditava cegamente na bondade do ser humano, e não queria saber de desgraça, só queria brincar com seus amigos e dançar e roubar peteca dos meninos, Dulcinéia sempre foi de se apaixonar rápido demais, aos 12 anos de idade, arrumou um namoradinho cujo namoro era voltado a um vídeo game, onde Dulcinéia fazia questão de ganha-lo em todos os jogos que competiam, isso sim era namoro para ela, não para o resto das pessoas que a cercavam e achavam que isso iria acabar em uma gravidêz indesejada, mesmo com 12 anos, as pessoas conseguem ser muito maldosas, não acreditam nem que as próprias crianças podem ser puras.
Dulcinéia perdeu sua inocência, ou grande parte dela, quando quase foi estuprada pelo seu melhor amigo, até hoje, acho que esse foi o pior dia de sua vida, o dia em que quase perdeu a fé em todas as coisas, e se recusou a acreditar que o ser humano tem bondade dentro de si. Ficou desacreditada de amizade quanto a meninos, e se afastou de todos, isso acabou abalando a relação com o namorado, não sentia mais vontade de jogar vídeo-game com ele, então pra que namorar? namoro terminado... há rumores que até hoje o dito cujo não a esqueceu, mas Dulcinéia nem se quer lembra de suas feições.
Aos 13 anos de idade, pouco tempo se passou, Dulcinéia desacreditada andando pela rua, sem razão alguma, odiava um certo indivíduo que morava perto de sua casa. Todas as vezes que Dulcinéia cruzava com o pobre Tarcísio na rua, ou atravessava a rua, ou olhava com uma cara muito feia para ele, e por que? nem ela sabia o porquê de tanto ódio...
Tempos depois o conheceu, e isso fez uma reviravolta nos sentidos de Dulcinéia, ela finalmente tinha encontrado uma pessoa que podia confiar cegamente, que não iria tentar abusar dela ou qualquer coisa do tipo, achou engraçado o menino que ela odiava, que ela atravessava ao cruzar na rua conseguisse virar a pessoa em que ela mais confiara no mundo.
E os dois tinham uma amizade intensa e verdadeira, talvez a mais verdadeira que Dulcinéia um dia chegou a ter, todas as pessoas, todos os amigos pensavam que os dois namoravam, mas era uma amizade tão verdadeira e intensa, que os dois se revoltavam quando alguém deturpava a situação ou falava asneiras. Tarcísio e Dulcinéia eram unha e carne, faziam tudo juntos, se ligavam, viviam um na casa do outro, mas Dulcinéia nunca tinha olhado Tarcísio com outros olhos, até que chegou um dia em que não se viam fazia mais de uma semana, e Tarcísio aparece com uma aparência jogada e com um cigarro na mão, no mesmo segundo que Dulcinéia o viu, não conseguia acreditar no que estava vendo e sentindo, não conseguia entender porquê o seu coração estava batendo tão rápido e o porquê de ter se embaralhado e perdido as falas completamente ao cumprimentar seu melhor amigo.... Tarcísio notou a diferença na entonação e no jeito que Dulcinéia o olhou, mas era muito estranho para pensar em alguma coisa do tipo.
Com o passar do tempo, Dulcinéia começou a ficar angustiada ao perceber que gostava de Tarcísio, talvez por isso que implicava com ele no começo ao nem se quer querer passar ao lado dele na calçada, pensamentos loucos embaralhados confundiam a cabeça de Dulcinéia que cada vez mais de afastava de Tarcísio por medo de assusta-lo com tal revelação ou de dar muito na vista, estava com medo, só pensava nisso, suas notas no colégio eram as piores, e sua ausência em casa só fazia piorar.
Até que belo dia, tamanho Dezembro, provas já tinham passado, recuperação, Dulcinéia conseguira passar para o seu segundo ano, o ano estava quase acabando, e para comemorar, Tarcísio chamou Dulcinéia para ir ouvir música em sua casa e comer alguns salgados de padaria, Dulcinéia se empiriquetou toda, botou seu melhor sutiã de enchimento, arrumou o cabelo (como não costumava fazer) e foi ao encontro do tão pensado Tarcísio. Chegando lá, Tarcísio a elogiou, e disse "Tu estás estranha" mas Dulcinéia conseguiu contornar tudo com uma piada irônica, típica de seu humor. Estavam sozinhos em casa, clima fim de tarde, o sol estava quase para ir embora, e foi-se quando a chuva chegou deixando um clima frio e aconchegante, e pela primeira vez, Dulcinéia percebeu que estava rolando algum clima que tinha sido criado por Tarcísio. Dulcinéia quase se belisca para saber se estava dormindo ou se estava realmente acordada, seu coração bateu tão forte como batidas do araketu em época de ual, até que sutilmente, sem falar nada, Tarcísio deu um beijo em Dulcinéia, um beijo que fez esquentar tanto, que a água da chuva foi completamente evaporada para dentro daquela sala fria.
Com os nervos á flôr da pele, hormônios, e a adolescência gritando, pedindo socorro!!! me liberta!!! Dulcinéia foi além do que jamais conseguira ir, devido ao tráuma de sua pré-adolescência, nem conseguiu pensar em nada, só em que estava perdendo a sua virgendade do jeito que havia planejado, com a pessoa mais confiável que podia existir na face da terra...
Pernas trêmulas, joelho dobrado, sutiã de enchimento no chão, clima frio, beijos e mais beijos, lábios macios dançando de alegria um sobre o outro, dava para ouvir o barulho das gotas de chuva caindo sobre a janela do quarto, respiração forte, tanto de Dulcinéia quanto de Tarcísio que estava mais nervoso do que nunca. Demorou um pouco, pois Dulcinéia estava sentindo muita dor, mas por fim conseguiram, e conseguiram mais do que perder suas respectivas virgendades, além de fazer Tarcísio gozar e Dulcinéia ver que não era frígida, conseguiram, fazer nascer um outro tipo de amor de dentro de uma amizade que pessoas levam vidas para conseguir um dia ter esse tipo de relação com alguém, conseguiram fazer nascer o amor... um amor descomunal ao ponto de se tornar psicopata...
(a história de Dulcinéia continua, mas agora eu vou dormir)
Dulcinéia gargalhava da desgraça alheia, junto com os seus amigos que por mais que não tivessem um grão de ervilha na cabeça, eram muito unidos e se respeitavam bastante. Dulcinéia era apenas uma adolescente que estava descobrindo o sabor do sexo e das drogas (tudo o que a tinham dito que era errado em todo o seu crescimento), por ser a única mulher da família por parte de mãe, ter um pai machista e dois irmãos homens, cresceu junto com o machismo acumulado daquelas cabeças podres sem coerência alguma, sempre pensou muitas coisas á respeito do que eles diziam, e sempre achou muito errado a imagem da mulher perante a essa sociedade e perante a eles próprios.
Dulcinéia nunca foi de respeitar regras, mesmo pequena quando ia para festas familiares, sempre fazia alguma coisa de errado e dava um jeito de fazer nunca suspeitarem que aquela menina "meiga e doce"fosse capaz de fazer alguma coisa, mas Dulcinéia sempre foi mais esperta que as crianças de seu meio, sempre pensou além do que se era permitido para a sua idade.
Dulcinéia cresceu um pouco, se tornou uma pré-adolescente aprendiz do que tinha sido quando criança, Dulcinéia até seus 12 anos de idade, era uma menina inocente, acreditava cegamente na bondade do ser humano, e não queria saber de desgraça, só queria brincar com seus amigos e dançar e roubar peteca dos meninos, Dulcinéia sempre foi de se apaixonar rápido demais, aos 12 anos de idade, arrumou um namoradinho cujo namoro era voltado a um vídeo game, onde Dulcinéia fazia questão de ganha-lo em todos os jogos que competiam, isso sim era namoro para ela, não para o resto das pessoas que a cercavam e achavam que isso iria acabar em uma gravidêz indesejada, mesmo com 12 anos, as pessoas conseguem ser muito maldosas, não acreditam nem que as próprias crianças podem ser puras.
Dulcinéia perdeu sua inocência, ou grande parte dela, quando quase foi estuprada pelo seu melhor amigo, até hoje, acho que esse foi o pior dia de sua vida, o dia em que quase perdeu a fé em todas as coisas, e se recusou a acreditar que o ser humano tem bondade dentro de si. Ficou desacreditada de amizade quanto a meninos, e se afastou de todos, isso acabou abalando a relação com o namorado, não sentia mais vontade de jogar vídeo-game com ele, então pra que namorar? namoro terminado... há rumores que até hoje o dito cujo não a esqueceu, mas Dulcinéia nem se quer lembra de suas feições.
Aos 13 anos de idade, pouco tempo se passou, Dulcinéia desacreditada andando pela rua, sem razão alguma, odiava um certo indivíduo que morava perto de sua casa. Todas as vezes que Dulcinéia cruzava com o pobre Tarcísio na rua, ou atravessava a rua, ou olhava com uma cara muito feia para ele, e por que? nem ela sabia o porquê de tanto ódio...
Tempos depois o conheceu, e isso fez uma reviravolta nos sentidos de Dulcinéia, ela finalmente tinha encontrado uma pessoa que podia confiar cegamente, que não iria tentar abusar dela ou qualquer coisa do tipo, achou engraçado o menino que ela odiava, que ela atravessava ao cruzar na rua conseguisse virar a pessoa em que ela mais confiara no mundo.
E os dois tinham uma amizade intensa e verdadeira, talvez a mais verdadeira que Dulcinéia um dia chegou a ter, todas as pessoas, todos os amigos pensavam que os dois namoravam, mas era uma amizade tão verdadeira e intensa, que os dois se revoltavam quando alguém deturpava a situação ou falava asneiras. Tarcísio e Dulcinéia eram unha e carne, faziam tudo juntos, se ligavam, viviam um na casa do outro, mas Dulcinéia nunca tinha olhado Tarcísio com outros olhos, até que chegou um dia em que não se viam fazia mais de uma semana, e Tarcísio aparece com uma aparência jogada e com um cigarro na mão, no mesmo segundo que Dulcinéia o viu, não conseguia acreditar no que estava vendo e sentindo, não conseguia entender porquê o seu coração estava batendo tão rápido e o porquê de ter se embaralhado e perdido as falas completamente ao cumprimentar seu melhor amigo.... Tarcísio notou a diferença na entonação e no jeito que Dulcinéia o olhou, mas era muito estranho para pensar em alguma coisa do tipo.
Com o passar do tempo, Dulcinéia começou a ficar angustiada ao perceber que gostava de Tarcísio, talvez por isso que implicava com ele no começo ao nem se quer querer passar ao lado dele na calçada, pensamentos loucos embaralhados confundiam a cabeça de Dulcinéia que cada vez mais de afastava de Tarcísio por medo de assusta-lo com tal revelação ou de dar muito na vista, estava com medo, só pensava nisso, suas notas no colégio eram as piores, e sua ausência em casa só fazia piorar.
Até que belo dia, tamanho Dezembro, provas já tinham passado, recuperação, Dulcinéia conseguira passar para o seu segundo ano, o ano estava quase acabando, e para comemorar, Tarcísio chamou Dulcinéia para ir ouvir música em sua casa e comer alguns salgados de padaria, Dulcinéia se empiriquetou toda, botou seu melhor sutiã de enchimento, arrumou o cabelo (como não costumava fazer) e foi ao encontro do tão pensado Tarcísio. Chegando lá, Tarcísio a elogiou, e disse "Tu estás estranha" mas Dulcinéia conseguiu contornar tudo com uma piada irônica, típica de seu humor. Estavam sozinhos em casa, clima fim de tarde, o sol estava quase para ir embora, e foi-se quando a chuva chegou deixando um clima frio e aconchegante, e pela primeira vez, Dulcinéia percebeu que estava rolando algum clima que tinha sido criado por Tarcísio. Dulcinéia quase se belisca para saber se estava dormindo ou se estava realmente acordada, seu coração bateu tão forte como batidas do araketu em época de ual, até que sutilmente, sem falar nada, Tarcísio deu um beijo em Dulcinéia, um beijo que fez esquentar tanto, que a água da chuva foi completamente evaporada para dentro daquela sala fria.
Com os nervos á flôr da pele, hormônios, e a adolescência gritando, pedindo socorro!!! me liberta!!! Dulcinéia foi além do que jamais conseguira ir, devido ao tráuma de sua pré-adolescência, nem conseguiu pensar em nada, só em que estava perdendo a sua virgendade do jeito que havia planejado, com a pessoa mais confiável que podia existir na face da terra...
Pernas trêmulas, joelho dobrado, sutiã de enchimento no chão, clima frio, beijos e mais beijos, lábios macios dançando de alegria um sobre o outro, dava para ouvir o barulho das gotas de chuva caindo sobre a janela do quarto, respiração forte, tanto de Dulcinéia quanto de Tarcísio que estava mais nervoso do que nunca. Demorou um pouco, pois Dulcinéia estava sentindo muita dor, mas por fim conseguiram, e conseguiram mais do que perder suas respectivas virgendades, além de fazer Tarcísio gozar e Dulcinéia ver que não era frígida, conseguiram, fazer nascer um outro tipo de amor de dentro de uma amizade que pessoas levam vidas para conseguir um dia ter esse tipo de relação com alguém, conseguiram fazer nascer o amor... um amor descomunal ao ponto de se tornar psicopata...
(a história de Dulcinéia continua, mas agora eu vou dormir)
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